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Huíla fornece moradias pré-fabricadas às províncias do Namibe e de Benguela

Arão Martins

O programa de fomento habitacional das províncias do Cunene, Benguela e Namibe vai, nos próximos tempos, contar com o apoio da empresa Cassaforma, da Huíla, no fornecimento de painéis para a construção de moradias pré-fabricadas.

O programa de fomento habitacional em curso no país vai contar com novo impulso
Fotografia: Arimateia Baptista

O programa de fomento habitacional das províncias do Cunene, Benguela e Namibe vai, nos próximos tempos, contar com o apoio da empresa Cassaforma, da Huíla, no fornecimento de painéis para a construção de moradias pré-fabricadas.
O director-geral da fábrica, que prestou a informação à margem da visita do vice-ministro do Ordenamento do Território, Emanuel da Silva, disse que, para o efeito, os governos das províncias citadas já encetaram contactos com a direcção da Cassaforma.
“Temos contactos bastante avançados com os governos das províncias do Cunene, Benguela e Namíbe para que, dentro do programa de fomento habitacional em curso, a fábrica da Huíla comece a fornecer painéis para a construção de moradias nas três províncias”, disse Adérito de Jesus.
O responsável afirmou que a empresa, situada nos arredores da cidade do Lubango, tem capacidade para fabricar cinco casas do tipo T3 por dia. A capacidade pode ser aumentada, em função das solicitações. Adérito de Jesus sublinhou que, desde Março último, quando a fábrica entrou em funcionamento, foram construídas 20 moradias na cidade do Lubango, no quadro do programa de fomento habitacional.
Nesta altura, estão em curso obras de urbanização em áreas periféricas da cidade do Lubango, destinadas à construção de moradias do tipo pré-fabricado. Para a província da Huíla, Adérito de Jesus adiantou existir um programa que visa a construção de cinco a seis mil casas. O número de moradias pré-fabricadas pode crescer face ao interesse das províncias que manifestaram vontade de adquiri-las.
“Temos capacidade para fabricar cinco casas por dia, incluindo uma suite, numa área de 140 metros quadrados. Por enquanto, o cliente principal é o governo da província e a fábrica está para servir também os clientes privados”, disse o director-geral da Cassaforma.
Numa primeira fase, a fábrica gerou mais de vinte novos postos de trabalho, número que vai, a partir do próximo ano, ser aumentado para 144, com a entrada em funcionamento de novos turnos.

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