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Huíla solidária com sinistrados

André Amaro|* Lubango

A Associação Agro-Pecuária, Comercial e Industrial da Huíla (AAPCIL) juntou-se à campanha de solidariedade da Rádio Nacional de Angola, no Lubango, doando seis toneladas de alimentos, vestuário e outros bens de primeira necessidade, para minimizar as dificuldades das pessoas que perderam os seus haveres, em consequência das chuvas.

A doação resulta da contribuição de várias empresas que quiseram demonstrar a sua solidariedade pelas famílias que perderam os seus haveres
Fotografia: Arimateia Baptista| Lubango

A Associação Agro-Pecuária, Comercial e Industrial da Huíla (AAPCIL) juntou-se à campanha de solidariedade da Rádio Nacional de Angola, no Lubango, doando seis toneladas de alimentos, vestuário e outros bens de primeira necessidade, para minimizar as dificuldades das pessoas que perderam os seus haveres, em consequência das chuvas.
Entre os alimentos entregues constam massa alimentar, feijão, farinha de milho, óleo vegetal, iogurtes, açúcar, arroz, sabão e roupa usada. As vítimas das enxurradas têm sobretudo carência de bens alimentares e de vestuário, já que as suas casas ruíram e ficaram sem os seus haveres.
O presidente da Associação Agro-Pecuária, Comercial e Industrial da Huíla, António de Lemos, disse, no acto de entrega, que a doação resulta da contribuição de várias empresas locais, que quiseram assim demonstrar a sua solidariedade pelas famílias que ficaram desalojadas e perderam todos os seus haveres.
"Enquanto associação empresarial não podemos ignorar os problemas que os nossos irmãos de outros pontos do país enfrentam, em consequência da chuvas. Com esta doação, feita através da Rádio Huíla, pretendemos manifestar a nossa solidariedade, calor e prontidão para ajudar as famílias afectadas pelas calamidades naturais", disse António de Lemos.
A administradora executiva da Rádio Nacional de Angola, Olinda França, agradeceu o gesto da associação empresarial da Huíla e a adesão de muitas pessoas e empresas ao projecto de solidariedade da estação emissora. A campanha, que termina no final deste mês, disse, está a ser bem sucedida, na medida em que as doações continuam a chegar. Apelou a todos para se solidarizarem com as famílias assoladas pelas chuvas e outras calamidades naturais.
Por outro lado,  jovens da Igreja Evangélica Sinodal de Angola (IESA) inteiraram-se do funcionamento da Direcção Provincial das Edições Novembro na província da Huíla, tendo encorajado os profissionais da casa a continuarem empenhados nas tarefas de informar os principais acontecimentos das terras da Chela.

Religiosos visitaram Edições Novembro

O coordenador do grupo juvenil da Igreja Evangélica Sinodal de Angola, Pedro Huma, após receber explicações dos membros de direcção sobre os passos que os jornalistas dão para manter os leitores actualizados sobre o desenvolvimento da província, considerou o Jornal de Angola um meio de comunicação importante na educação e formação dos jovens. "É preciso que os jovens da nossa e de outras congregações tenham a preocupação diária de ler o jornal e outras publicações, para saberem o que acontece no país e no mundo", disse Paulo Huma.
A comitiva, que recebeu explicações do coordenador para a Informação, Arão Martins, encorajou a materialização do projecto da criação de salas públicas de leitura, "para que as pessoas que não tenham possibilidades de comprar os jornais todos os dias possam estar informadas e aprender mais".

*Com Domingos Mucuta

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