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Humanização dos serviços de saúde contribui para bem-estar de famílias

Arão Martins |Lubango

A humanização dos serviços sanitários nos hospitais do Lubango, resultante das acções do Governo da província da Huíla, está a contribuir satisfatoriamente para a melhoria das condições de vida das populações.

População está a ser melhor atendida
Fotografia: Arimateia Baptista | Lubango

A humanização dos serviços sanitários nos hospitais do Lubango, resultante das acções do Governo da província da Huíla, está a contribuir satisfatoriamente para a melhoria das condições de vida das populações.
O reconhecimento foi manifestado no fim-de-semana pelo secretário para os Assuntos Políticos, Económicos e Sociais da Comissão Executiva do Comité Provincial do MPLA, José Ndambuca, no término das visitas efectuadas às unidades hospitalares do Lubango.
A comissão visitou a Maternidade Irene Neto, Hospital Central Dr. António Agostinho Neto, Pediatria “Pioneiro Zeca”, Hospital Municipal, localizado na Mitcha, e o depósito de medicamentos.
José Ndambuca reconheceu que há melhorias significativas nos hospitais do Lubango, quer no atendimento aos doentes, quer na aquisição de medicamentos, acomodação e alimentação dos pacientes.
“A avaliação é positiva, na medida em que a carência de medicamentos agora já não se regista. O corpo clínico de todas as unidades está empenhado em melhorar cada vez mais o atendimento aos pacientes, o que é salutar para o programa assumido pelo MPLA, nas eleições de 2008”, disse José Ndambuca.  Ndambuca acrescentou que a procura que se verificava na única pediatria já não acontece, porquanto existe no Hospital Central do Lubango uma área para atender crianças. />O responsável adiantou que estão em curso as obras de construção da nova unidade pediátrica, na nova centralidade da Eywa, o que vai permitir melhorar ainda mais a assistência médica e medicamentosa às crianças.
A preocupação mencionada pelo político tem a ver com a Maternidade Irene Neto, já que a procura é superior à capacidade real.
José Ndambuca informou que esta unidade não foi concebida para serviços hospitalares, na medida em que era uma casa de sindicatos.
Face às necessidades, a unidade foi transformada em Hospital Materno do Lubango, esclareceu.
O secretário José Ndambuca defendeu o aumento das quotas atribuídas às unidades hospitalares, por serem exíguas.
O político sublinhou que a maior preocupação prende-se com as unidades hospitalares que não têm orçamento próprio, dependendo apenas do orçamento do Governo provincial, que é exíguo.
“No caso do Hospital Central, ficámos satisfeitos. Mas, para a pediatria, maternidade e outras unidades, que ainda dependem do Governo provincial, o dinheiro não chega”, disse.
Para o Hospital Municipal do Lubango, localizado na Mitcha, José Ndambuca disse que a unidade já tem de facto os seus serviços municipalizados, o que é razoável.
Relativamente ao Hospital Sanatório do Lubango, José Ndambuca assegurou que as necessidades também não fogem muito dos outros.

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