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Humanização dos serviços na maternidade

A Maternidade Central do Lubango vai este ano imprimir uma nova dinâmica de trabalho, baseada numa assistência médica mais profissionalizada, com vista a garantir a humanização nos serviços prestados.

A intenção foi ontem manifestada pelo seu director-geral, Flávio Hilário, afirmando que, para o efeito, a unidade vai apostar, nos próximos dias, numa formação nas áreas de internato por especialidade, assim como na gestão de saúde e suporte avançado de vida. Esta formação, destinada a quadros que já participaram num curso de suporte básico de vida, vai ser levada a cabo através de um convénio com instituições de ensino italianas e a Fundação Getúlio Vargas, do Brasil segundo Flávio Hilário.
O objectivo, explicou o médico, é dotar os quadros de competências para a prestação de um serviço eficaz e demonstrar, este ano, que é possível fazer um trabalho com qualidade.
“O cidadão é livre de saber o que é bom e denunciar sempre o que está mal, pois humanizar não significa apenas ter compaixão pelo outro, prestar serviços humanizados significa estar e ter condições de todo o tipo e infra-estruturas compatíveis, porque não basta a vontade, há um conjunto de medidas que têm de ser encetadas para chegarmos à humanização”, sublinhou.
A Maternidade Irene Neto tem uma capacidade instalada de 162 camas e funciona com 426 trabalhadores, entre médicos nacionais e estrangeiros, técnicos de enfermagem e trabalhadores administrativos. A média diária de partos é de 50, sendo que anualmente são registados 22 mil nascimentos.

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