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Instituições financeiras prometem apoio a empreendedores

Domingos Mucuta | Caconda

Os bancos garantem fundos suficientes para continuar o processo de concessão. O objectivo é contemplar mais agricultores em todos os municípios, de modo a contribuir para o abastecimento do mercado de produtos básicos.

Agricultor Aurélio das Neves
Fotografia: Domingos Mucuta | Caconda

Os bancos garantem fundos suficientes para continuar o processo de concessão. O objectivo é contemplar mais agricultores em todos os municípios, de modo a contribuir para o abastecimento do mercado de produtos básicos.
A gerente do Banco de Comércio e Indústria, Domingas Ngelenge, informou que o banco, até ao dia 15, concedeu crédito de cerca de 700 mil dólares a centenas de camponeses, mediante o mapa de necessidades apresentado à instituição financeira.
Apesar de contemplar os camponeses filiados nas cooperativas agrícolas, disse, o crédito é concedido individualmente, cujo valor do empréstimo varia de acordo com as necessidades do agricultor.
Domingas Ngelenge afirmou que cada agricultor recebe o montante de cinco mil dólares, reembolsável parcial ou totalmente no prazo de dez meses, com juros bonificados.
O BCI estima conceder, até finais de Agosto, cerca de 1,5 milhões de dólares.
“Para o acesso ao crédito, os camponeses devem apresentar uma lista de inputs necessários, as previsões de venda, os hectares cultivados e os tipos de produtos. Este documento tem o aval da administração municipal”, disse.
Outra instituição envolvida no crédito de campanha na Huíla é o Banco de Poupança e Crédito. A técnica de micro finanças da agência, Prudenciana Justina, disse que o BPC continua a alargar o raio da acção do fundo para mais comunas e municípios da província.
Os próximos a serem contemplados são 2.500 agricultores dos municípios de Cacula, Caluquembe e Quipungo, que já remeteram processos junto da gerência do banco. Prudenciana Justina assegurou que desde o arranque em Março deste ano, mais de 250 camponeses de várias cooperativas dos municípios da Matala e Lubango já receberam ferramentas agrícolas, num investimento de cerca de 80,3 milhões de kwanzas.
Disse que as necessidades dos camponeses inscritos no BPC remetem a sementes de batata rena, cebola, repolho, cenoura, alho, tomate e a fertilizantes, pulverizadores, insecticidas e outros meios.
A técnica garante que o processo está mais expedito para que as ferramentas agrícolas possam chegar a tempo da sementeira, sobretudo na próxima campanha agrícola, que arranca em Outubro. “Os camponeses recebem antes explicações dos pressupostos, do valor e taxa de juro aplicada e do montante a receber”, disse. Os homens do campos  garantem, em tempo oportuno, devolverem os imprestivo, para dar possibilidades aos demais. Promentem tudo fazer .

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