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Instituto atribui bolsas de estudo

Arão Martins | Lubango

Os cinco melhores finalistas do Instituto Médio Agrário do Tchivinguiro (IMAT), no município da Humpata, vão receber, a partir do próximo ano lectivo, bolsas de estudo para universidades do país e estrangeiras.

A selecção dos bolseiros vai contar com a colaboração dos coordenadores dos cursos e professores de diversas disciplinas
Fotografia: Arimateia Baptista| Tchivinguino

A revelação foi feita pelo director da instituição, Francisco Ebo, sublinhando que, numa primeira fase, vão para o estrangeiro os primeiros cinco melhores finalistas, para frequentarem cursos superiores na área de investigação de gestão agrícola, produção animal e vegetal.
Sem referir quais os países de destino, revelou que este dossier foi, também, abordado durante a visita que o grupo técnico de apoio à comissão para a política social do Conselho de Ministros efectuou ao complexo escolar, e que integrou o secretário de Estado para a Ciência e Tecnologia, Sebastião Teta. A selecção dos bolseiros vai contar com a colaboração dos coordenadores dos cursos e professores das diversas disciplinas, para que possam representar condignamente a instituição nas áreas de gestão agrícola, produção animal e vegetal.

Agro-pecuária


 O Instituto Médio Agrário do Tchivinguiro, na província da Huíla, tem matriculados, este ano lectivo, 236 alunos, distribuídos em nove turmas. O referido instituto possui 51 professores, dos quais três estrangeiros. O complexo escolar possui uma área de exploração com 8.340 hectares para a produção agrícola, pecuária, silvicultura e outras para as actividades rurais ou turismo rural.
Várias fazendas garantem o cultivo intensivo de espécies com características das zonas temperadas, subtropicais e tropicais, como o milho, feijão, batata rena, repolho e couve, que garantem o sustento do complexo escolar.O director disse que o Instituo Médio Agrário do Tchinviguiro tem mais de 2.080 animais, entre bovinos, caprinos, suínos, ovinos, além de patos, perus, gansos, galinhas, pintos e diversas espécies de aves.

Dificuldades


Francisco Ebo referiu como dificuldades o avançado estado de degradação das vias de acesso às unidades da Chela e Bruco, que também servem de apoio ao IMA, falta de um sistema de bombagem e a reabilitação da rede de distribuição de água, câmaras frigoríficas, grupos geradores e meios de transporte para apoio às aulas práticas.
 Os armazéns,  pocilgas, aviários, laboratórios de fito e zootecnia, canal de irrigação e outras infra-estruturas também necessitam de uma profunda intervenção.

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