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Laboratório de línguas está na forja

Domingos Mucuta| Lubango

A criação do laboratório de linguística é um dos grandes desafios da direcção do Instituto Médio de Economia do Lubango (IMEL), nos próximos tempos, anunciou no Lubango o responsável da instituição.

A criação do laboratório de linguística é um dos grandes desafios da direcção do Instituto Médio de Economia do Lubango (IMEL), nos próximos tempos, anunciou no Lubango o responsável da instituição.
 Belinho Alberto disse no encerramento do 6º seminário técnico-científico e didáctico, realizado de 21 a 25 deste mês, no Lubango,que o objectivo da criação do laboratório é superar o insucesso dos alunos na aprendizagem das línguas estrangeiras.
O director disse que o IMEL propõe a criação de um laboratório para estágios de contabilidade dos alunos finalistas do mesmo curso, usando as novas tecnologias de informação e comunicação, assim como software específico.
 Os participantes do seminário concluíram que o fraco nível de aprendizagem dos alunos está relacionado com factores como a falta de motivação e metodologia aplicada pelos professores na transmissão dos conteúdos.
 Os 139 participantes recomendaram à direcção do IMEL a realização de aulas extraordinárias para a superação do nível de aprendizagem e aos professores a utilização de métodos de ensino que motivem os alunos a ganhar interesse pelas línguas estrangeiras.
  “Propomos aulas extraordinárias para os alunos que apresentam um índice de aproveitamento baixo. As aulas podem ser leccionadas também por intermédio de cânticos.  Deve haver a colaboração e cooperação entre os professores de Economia e de Línguas”, defenderam. 
Belinho Alberto pediu aos docentes da língua inglesa e francesa a sugerir, durante as aulas, a leituras de obras, como forma de ajudá-los na apreensão dos conhecimentos.
 O director defendeu que, nas relações interpessoais, os membros da instituição sigam a via do diálogo e respeitem as diferenças na resolução dos conflitos, prestando atenção à diversidade cultural, aos padrões de comportamentos e pensamento divergentes.
 
Formação vital
 
O director provincial da Educação na Huíla, Américo Chicoty, considerou a formação técnico-científica um veículo essencial para acompanhar a evolução do Mundo, condição vital de sobrevivência e de sucesso, numa sociedade condicionada pela competitividade.
 Américo Chicoty disse que esta formação assume um papel determinante no desenvolvimento intelectual e na promoção de novas competências. “Uma das formas de adequar os intervenientes no processo de ensino é a realização constante de formações do género, como viveiro de conhecimentos”, argumentou.
 O director provincial da Educação disse que a qualidade da formação deve ser alicerçada na consolidação e dignificação da função de professor e o papel que este desempenha sobre sistemas pessoais, para uma actuação condigna e responsável.
 “Cada membro do Instituto Médio de Economia do Lubango deve ser líder na condução dos destinos preconizados pela sociedade, pautando-se pelos princípios da deontologia profissional, pontualidade e assiduidade no local de trabalho”, recomendou o director provincial da Huíla da Educação .

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