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Lavradores do município do Quilengues começaram a receber terra para cultivo

A administração dos Quilengues entregou sexta-feira terras a agricultores da cooperativa “Aurora Impulo”, que beneficiaram este ano de financiamento do Banco de Desenvolvimento Angola (BDA), no âmbito de um programa de dinamização do sector agrário do município.

O projecto agrícola prevê a plantação de tomate em grande escala para abastecer fábrica transformadora instalada na vila da Matala
Fotografia: Pedro Miguel

A administração dos Quilengues entregou sexta-feira terras a agricultores da cooperativa “Aurora Impulo”, que beneficiaram este ano de financiamento do Banco de Desenvolvimento Angola (BDA), no âmbito de um programa de dinamização do sector agrário do município.
Numa primeira fase foram contemplados 24 agricultores, cada um com 500 milhões de kwanzas para o começo da actividade, sobretudo de produção de cereais e de hortícolas. O administrador municipal disse que a entrega de terras a empresários, com financiamento do BDA, é um passo importante no programa de dinamização da produção agrícola de Quilengues. 
A cooperativa Aurora Impulo tem, pelo menos, cem associados empenhados na dinamização da produção agrícola no município, afirmou Armando Vieira. 
A produção de cereais, referiu, é a prioridade, principalmente de milho, por ser uma das exigências do BDA. Os agricultores do município vão dedicar-se também à plantação de tomate, com a finalidade de o canalizar para a fábrica transformadora da Matala. “A fábrica tem uma grande capacidade de produção e os agricultores locais não são capazes de satisfazerem as necessidades”, disse o administrador, que salientou que, por isso, Quilengues pode canalizar parte do que produzir para a Matala.
O projecto de produção agro-pecuária em grande escala na “Aurora Impulo” começou a ser gizado em 2010, com a limpeza das zonas aráveis. Está previsto que para a sua revitalização sejam investidos 50 mil milhões de kwanzas. O investimento na cooperativa Aurora Impulo vai servir não apenas a agricultura, mas também para reactivar as antigas fábricas de curtume, refrigerantes, óleo de palma e vegetal e compotas, bem como a construção de silos. O espaço reservado à produção agrícola tem três mil hectares. Além de cereais vão ser cultivados citrinos, abacaxi, abacate, dendém e soja destinados a matéria-prima para as unidades fabris a instalar na sede do município e na comuna do Impulo.   Com estes investimentos são criados, no mínimo, 1.700 postos de trabalho directos. A comuna do Impulo já foi grande produtora de cereais, mas o seu desenvolvimento, como aconteceu em todo o país, foi afectado pela guerra.
  A administração dos Quilengues entregou ontem terras a agricultores da cooperativa “Aurora Impulo”, que beneficiaram este ano de financiamento do Banco de Desenvolvimento Angola (BDA), no âmbito de um programa de dinamização do sector agrário do município.
Numa primeira fase foram contemplados 24 agricultores, cada um com 500 milhões de kweanzas para o começo da actividade sobretudo de produção de cereais e de hortícolas. O administrador municipal disse que a entrega de terras a empresários, com financiamento do BDA, é um passo importante no programa de dinamização da produção agrícola de Quilengues. A cooperativa Aurora Impulo tem, pelo menos, cem associados empenhados na dinamização da produção agrícola no município, afirmou Armando Vieira. 
A produção de cereais, referiu, é a prioridade, principalmente de milho, por ser uma das exigências do BDA. Os agricultores vão dedicar-se também à plantação de tomate, com a finalidade de o canalizar para a fábrica transformadora da Matala. 
 “A fábrica tem uma grande capacidade de produção e os agricultores locais não são capazes de satisfazerem as necessidades”, disse o administrador, que salientou que, por isso, Quilengues pode canalizar parte do que produzir para a Matala.O projecto de produção agro-pecuária em grande escala na “Aurora Impulo” começou a ser gizado em 2010, com a limpeza das zonas aráveis.
Está previsto que para a sua revitalização sejam investidos 50 mil milhões de kwanzas.
O investimento na Aurora Impulo vai servir não apenas a agricultura, mas também para reactivar as antigas fábricas de curtume, refrigerantes, óleo de palma e vegetal e compotas, bem como a construção de silos. O espaço reservado à produção agrícola tem três mil hectares. Além de cereais vão ser cultivados citrinos, abacaxi, abacate, dendém e soja destinados a matéria-prima para as unidades fabris a instalar na sede do município e na comuna do Impulo.  
Com estes investimentos são criados, no mínimo, 1.700 postos de trabalho directos.  A comuna do Impulo já foi grande produtora de cereais, mas o seu desenvolvimento, como aconteceu em todo o país, foi afectado pela guerra que durou mais de 30 anos.

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