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Lotes para construção entregues à população

Arão Martins | Lubango

A Administração Municipal do Lubango começou no sábado a distribuição de 3.125 lotes, de mil metros cada um, na nova área urbanística da Figueira, comuna da Arimba.

Os primeiros títulos de concessão de direito de superfície foram entregues pelo coordenador do grupo de acompanhamento do secretariado do bureau político do MPLA à Huíla, Virgílio de Fontes Pereira, e pelo governador provincial, João Marcelino Tyipinge.
 António Catete, o primeiro a receber o título de concessão de direito de superfície, que  reconheceu a importância do documento, realçou a forma ordeira como o processo decorre. 
O administrador municipal afirmou que a área urbanística foi concebida para as casas serem construídas de forma organizada e evitarem-se ocupações anárquicas de terrenos na zona adjacente ao estádio Nacional da Tundavala e serra da Chela.
 Francisco Barros referiu que o plano elaborado pela Administração Municipal do Lubango se destina a proteger Estádio Nacional da Tundavala e a estação da Mukanka e com a área urbanística da Figueira se pretende “aproximar a Estrada Nacional 105 das pessoas para lhes facilitar o transporte dos produtos agrícolas”.
O administrador municipal salientou que a entrega de lotes resolve os problemas dos que vivem em zonas de risco e enquada-os melhor na sociedade. “Vamos procurar melhorar a qualidade de vida dos nossos habitantes”, disse o responsável. Na área urbanística da Figueira, que 6.720 lotes, vão ser construídas também escolas, centros médicos, recintos desportivos, creches, zonas verdes, bancos e uma Esquadra da Polícia Nacional.
Francisco Barros  referiu haver também loteamentos nas zonas de Camunjenje, comuna da Quilemba, com 40 hectares, correspondentes a 380 lotes, e na povoação do Toco, comuna do Hoque, com 341 hectares. O governador provincial da Huíla, João Marcelino Tyipinge,  afirmou que o objectivo é criar áreas com serviços sociais básicos, como saúde, energia, água e saneamento básico e que o Executivo continua a desenvolver programas habitacionais para cada vez mais pessoas deixarem de viver em zonas de risco.

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