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Menos malária em Caconda

Maanuel Albano | Caconda

O município de Caconda, na Huíla, regista uma diminuição considerável de casos de paludismo, revelou, no último sábado, o chefe de repartição local da Saúde.

O município de Caconda, na Huíla, regista uma diminuição considerável de casos de paludismo, revelou, no último sábado, o chefe de repartição local da Saúde.
Albano José Chipumo Calungo, que fazia o balanço da primeira fase da campanha de vacinação “Viva a Vida com Saúde”, que decorreu entre 9 e 13 deste mês, afirmou que o município registou cerca de seis mil casos de malária no primeiro semestre deste ano.
O chefe de repartição esclareceu que, em igual período do ano anterior, o município de Caconda registou mais de oito mil casos de malária. O responsável referiu que estão em curso vários programas de combate à malária a nível de todas as localidades de Caconda, com vista a educar as populações sobre os principais cuidados a ter para prevenção da doença.
Nesta altura, como em outras partes do país, a malária continua a ser a principal causa de internamentos e de mortes em Caconda, apesar dos números terem baixado, nos últimos dois anos.
Albano Calungo disse que o governo provincial faz um esforço enorme no apoio aos vários projectos relacionados com o sector da saúde.
Quanto à campanha de vacinação, o chefe de repartição da Saúde avançou que o município de Caconda imunizou mais de 36 mil crianças contra a poliomielite e 30 mil contra o sarampo. Outras 33 mil receberam a vitamina A e 31 mil foram desparasitadas.
A par da malária, o responsável referiu que, devido aos esforços empreendidos pelas autoridades sanitárias, têm diminuído os casos de doenças respiratórias agudas, diarreia, febre tifóide, tuberculose, má nutrição e doenças de transmissão sexual, no município.

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