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Militares em ciclo de formação sobre diagnóstico do VIH/SIDA

André Amaro | Lubango

Os militares da Região Militar Sul das Forças Armadas Angolanas (FAA) na província da Huíla, participam desde segunda-feira no quinto ciclo de formação em técnicas de diagnóstico precoce do VIH/SIDA.

Objectivo da aprendizagem é fornecer informações aos efectivos sobre a doença
Fotografia: Jornal de Angola

Os militares da Região Militar Sul das Forças Armadas Angolanas (FAA) na província da Huíla, participam desde segunda-feira no quinto ciclo de formação em técnicas de diagnóstico precoce do VIH/SIDA.
A formação, que tem uma duração de seis dias, é dirigida aos técnicos da repartição de Promoção, Prevenção e Cuidados Primários de Saúde.
Os militares reafirmaram o seu engajamento na luta contra o flagelo do VIH/SIDA, através de actividades de sensibilização sobre a prevenção e tratamento.
Durante o ciclo de formação, os militares vão abordar, entre outros, temas relacionados com o diagnóstico clínico e laboratorial, assistência psicossocial, prevenção para seropositivas, testagem rápida e aplicação dos questionários sobre circuncisão.
O chefe do Estado-Maior da Região Militar Sul, brigadeiro Domingos Kicongo, disse que a introdução do diagnóstico do VIH/SIDA nos postos médicos das brigadas e regimentos militares é mais uma estratégia de combate à doença.
O oficial das FAA apelou aos militares a serem combatentes da doença, uma vez que esta está a ter repercussões nas famílias angolanas.
O objectivo deste ciclo de formação dos efectivos militares, afirmou a alta patente, é fornecer informação e conhecimentos necessários para que possam sensibilizar os colegas e a população sobre as formas de prevenção e perigos da doença.
Domingos Kicongo salientou que há vários anos as autoridades têm desenvolvido esforços no domínio da prevenção e promoção de conhecimentos, mudança de atitudes e práticas, incentivo ao activismo, aconselhamento, testagem voluntária, bem como do tratamento dos efectivos militares.
O oficial disse que a criação de Centros de Aconselhamento e Testagem Voluntária (CATV) veio fortalecer o processo de conhecimento do estado das tropas, em relação à doença e à prevenção.
No quadro das estratégias de combate à pandemia, foi iniciada a expansão do tratamento dos doentes nas instituições sanitárias das FAA e o activismo entre as tropas.

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