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Municípios sem sinais da rádio e da televisão

Estanislau Costa | Lubango

A torre de 120 metros de altura do centro emissor da Rádio Nacional de Angola (RNA) e da Televisão Pública de Angola (TPA), erguida na Serra da Chela, na cidade do Lubango, há nove anos, desabou na madrugada de sexta-feira, cortando os sinais da rádio e televisão a vários pontos da província da Huíla.

Autoridades envidam esforços para instalar pequenas antenas para repor o sinal
Fotografia: Arimateia Baptista | Lubango

A torre de 120 metros de altura do centro emissor da Rádio Nacional de Angola (RNA) e da Televisão Pública de Angola (TPA), erguida na Serra da Chela, na cidade do Lubango, há nove anos, desabou na madrugada de sexta-feira, cortando os sinais da rádio e televisão a vários pontos da província da Huíla.
 O Jornal de Angola apurou no local que a torre que suportava, além da RNA e TPA, as antenas da estação privada Rádio 2000, Unitel e de outras empresas de telecomunicações, caiu em consequência da danificação de três cabos de aço (espias) de suporte da torre, provocada por um caterpillar que efectuava a limpeza do recinto.
 O caterpillar, disse uma testemunha, raspava o capinzal e arbustos da área do centro emissor do Cristo Rei e rebentou três cabos, na quarta-feira, deixando a torre de estar na sua posição normal.
“Às cinco da madrugada de sexta-feira não aguentou o desequilíbrio e cedeu.”
 A queda da torre do centro emissor priva os 14 municípios dos serviços dos órgãos de comunicação social referenciados.
 Este matutino soube que podem apenas ter acesso às emissões da televisão os usuários dos serviços da Multichoise, Zap e Uau. As direcções locais da TPA e RNA desenvolvem acções para instalar antenas pequenas e repor provisoriamente o sinal na cidade do Lubango.

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