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Novos professores para reforçar o ensino na Huíla

Arão Martins | Lubango

Ao todo, 1.500 novos professores e agentes da educação vão este ano ser admitidos na província da Huíla, anunciou ontem, no Lubango, o director nacional dos Recursos Humanos do Ministério da Educação. Guilherme Tuluka disse que a quota a ser atribuída à Huíla é resultante de 20 mil vagas disponibilizadas para admissão de novos quadros no país.

Ao todo, 1.500 novos professores e agentes da educação vão este ano ser admitidos na província da Huíla, anunciou ontem, no Lubango, o director nacional dos Recursos Humanos do Ministério da Educação. Guilherme Tuluka disse que a quota a ser atribuída à Huíla é resultante de 20 mil vagas disponibilizadas para admissão de novos quadros no país, em função das disponibilidades do Governo para o sector.  O responsável assegurou que o concurso público vai ser aberto brevemente na província, onde vão ser recrutados professores para os três níveis de ensino: primário e secundário do I e do II ciclo.
O director nacional dos recursos humanos da Educação afirmou que os resultados alcançados até ao momento na admissão de novos quadros e, consequentemente, a cobertura daquelas localidades onde existe maior número de crianças fora do sistema de ensino na Huíla, é bastante satisfatório.
“Hoje a situação do ensino na província da Huíla é melhor do que há 10 anos. Isso significa que tem havido evolução. É mais fácil recrutar candidatos com o ensino médio, com agregação pedagógica, com formação superior e média”, disse.
Guilherme Tuluka disse que a Huíla é uma praça académica. Existem na província Universidade, Faculdades e o ensino médio estendido a quase todos os municípios da província, o que tem contribuído significativamente para a qualidade de ensino.
“Temos consciência de que nem sempre se consegue recrutar professores com o perfil estatutário nos municípios, pelo que infelizmente temos de recorrer a agentes de ensino com habilitações inferiores àquelas a que o estatuto obriga”, disse Guilherme Tuluka.

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