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Plantas medicinais mais utilizadas em várias curas

Mais de 4.500 plantas medicinais já foram introduzidas, nos últimos dois anos, no conjunto das utilizadas para o tratamento de várias doenças a nível da província da Huíla, revelam dados da Câmara Profissional dos Terapeutas Tradicionais de Medicina Natural, Alternativa e Convencional de Angola.

O director regional da Câmara, Miguel Catengue, disse ontem que as plantas, identificadas na comuna de Quilemba, Matala, Jamba e Cacula servem para o tratamento da malária, cancro da próstata, impotência sexual, diarreias e tuberculose.
Entre as plantas  medicinais identificadas, constam o estramónio, euroformigueira, Santa Maria, artemízia, filanganga, mumue e girasonde.
Em função deste trabalho de pesquisa, foi já criado um viveiro no município do Lubango, província da Huíla, com 40 hectares, que tem servido para reprodução de algumas espécies e produção de medicamentos.
A Câmara pretende desenvolver estratégias para a articulação entre o sistema médico tradicional e convencional, tudo na perspectiva de contribuir para a valorização, fortalecimento, manutenção e actualização dos saberes. A Câmara controla 3.600 membros na região sul do país.

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