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Portadores de deficiência podem exercer actividades

André Amaro | Lubango

Portadores de deficiências físicas e visuais da Huíla, Namibe e Cunene podem realizar actividades socialmente úteis e evitarem a discriminação, disse, ontem, no Lubango, o coordenador do projecto de Reabilitação Baseada na Comunidade (RBC), da Handicap Internacional.

Portadores de deficiências físicas e visuais da Huíla, Namibe e Cunene podem realizar actividades socialmente úteis e evitarem a discriminação, disse, ontem, no Lubango, o coordenador do projecto de Reabilitação Baseada na Comunidade (RBC), da Handicap Internacional.
Celestino Feliciano fez a afirmação numa palestra sobre modelos de reabilitação de pessoas com deficiência, que assinalou o encerramento dos escritórios da Handicap em Angola, onde, desde 1999, apoiou os centros ortopédicos, com o fornecimento de muletas e próteses.
A Handicap Internacional nos últimos anos, referiu, também trabalhava com os centros de atendimento às comunidades para a sensibilização, prevenção e organização da base de dados de pessoas deficientes.
É importante, frisou, que os portadores de deficiência, depois do tratamento médico, possam estudar, adquirir formação profissional e trabalhar, segundo os modelos estabelecidos por organizações internacionais.
“O modelo Organização Internacional do Trabalho (OIT) estabelece que a pessoa com deficiência pode realizar actividades úteis, enquanto a UNESCO define o estudo como perioridade”, disse.
Celestino Feliciano declarou que a Organização Mundial da Saúde usa um modelo mais actualizado em que todas as pessoas deficientes, depois do tratamento médico, podem estudar, adquirir formação académica e profissional e trabalhar desde que haja as condições para a sua locomoção e acessibilidade.

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