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Prevenção do paludismo ganha novos activistas

A representante adjunta do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) em Angola, Amélia Russo de Sá, defendeu, na cidade do Lubango, que os pais e encarregados de educação se empenhem na aplicação de medidas de prevenção contra a malária.

Milhares de mosquiteiros tratados com insecticida distribuídos às populações da Huíla
Fotografia: Domingos Mucuta | Lubango

Durante a cerimónia de entrega de mosquiteiros impregnados com insecticida ao Governo Provincial da Huíla, a responsável sublinhou que o combate ao paludismo tem sido um dos grandes desafios da agência das Nações Unidas.
Amélia Russo de Sá referiu que as principais armas de combate à malária são o saneamento básico e o tratamento rigoroso da água.
“A malária é uma doença que afecta em grande proporção a população angolana, com destaque para as crianças menores de cinco anos e, por isso, é também um dos grandes focos de interesse laboral da UNICEF”, disse.
No país, ainda existem pessoas pouco informadas sobre as medidas de prevenção, resultando muitas vezes em mortes por esta patologia, lamentou.
O combate à malária significa ajudar a infância angolana a ser mais forte e a poder responder cada vez com mais firmeza à reconstrução do país, disse Amélia de Sá.
O acto foi presidido pela vice-governadora provincial da Huíla para o sector político e social, Maria João Chipalavela, e incluiu ainda visitas a unidades sanitárias sedeadas na cidade do Lubango, como a Maternidade Irene Neto e o Hospital da Mitcha, onde procederam também à entrega de quantidades não reveladas de mosquiteiros.

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