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Primeiras casas são entregues em Junho

Arão Martins | Lubango

As primeiras três mil casas das 11 mil que estão a ser construídas pelo Executivo na centralidade da Quilemba, Lubango, começam a ser entregues em Junho, afirmou o director de infra-estruturas da Sonangol Imobiliária e Propriedades da SONIP.

Oportunamente é divulgado um comunicado sobre o processo de venda e entrega das casas
Fotografia: Arimateia Baptista| Lubango

As primeiras três mil casas das 11 mil que estão a ser construídas pelo Executivo na centralidade da Quilemba, Lubango, começam a ser entregues em Junho, afirmou o director de infra-estruturas da Sonangol Imobiliária e Propriedades da SONIP.
George Faria deu a garantia após um encontro entre os responsáveis daquele órgão, da empresa encarregada da construção e o governador da província da Huíla.
O projecto, disse George Faria, está concluído no início de 2015 e até agora estão construídas entre duas a três mil casas.
A vista ao Lubango destinou-se a visitar as obras e informar as autoridades governamentais sobre o seu andamento.
O director de infra-estruturas da Sonip anunciou que oportunamente é divulgado um comunicado sobre o processo de venda e entrega dos fogos habitacionais.

Energia e água

O fornecimento de energia e água foi uma das questões debatidas pelos responsáveis da SONIP e da empresa executora do projecto, a CITIC, com o governador da Huíla.
 Estamos a trabalhar com as entidades locais e com o Ministério da Energia e Águas, disse George Faria, para dotar as urbanizações de infra-estruturas integradas.
Todas infra-estruturas internas, afirmou, são da responsabilidade da Sonip e da CITIC, mas as externas têm o apoio dos Ministérios do Urbanismo, Energia e Água e das direcções provinciais. A centralidade da Quilemba vai ter mais de 11 mil fogos em edifícios de dois a cinco andares e moradias, além de serviços de saúde, escolas, creches, espaços de lazer e recreio.
A centralidade vai ter também água e luz, bem como avenidas com duas faixas de rodagem. O governador da Huíla lembrou que a centralidade da Quilemba vai colmatar o défice de habitações não apenas dos jovens, mas de toda a população. João Marcelino Tyipinge disse que a província, de forma particular a cidade do Lubango, regista “um crescimento aceitável” não somente na área económica, mas também da população, pelo que o projecto vai melhorar a qualidade de vida dos habitantes. 
O Lubango tem um milhão e meio de habitantes e as novas centralidades estão projectadas para igual número de pessoas.
O governador João Marcelino Tyipinge disse que na nova centralidade da Quilemba podem ser alojadas mais de 700 mil pessoas e que vai ser construída uma avenida a ligá-la à da Eywa.
Outra inovação do programa é a construção da linha-férrea urbana ao lado das avenidas estruturantes, segundo o governador.
A rede de energia eléctrica e de água estão garantidas a partir da barragem da Tundavala.

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