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Província da Huíla com mais quadros licenciados

Domingos Mucuta | Lubango

O Instituto Superior Politécnico Tundavala, na província da Huíla, formou mais um grupo de 114 licenciados em várias áreas, com a cerimónia de outorga de diplomas de fim de curso.

Novos quadros licenciados em diferentes áreas vão contribuir para o rápido desenvolvimento da província da Huíla e do país
Fotografia: Dombele Mucuta | Lubango

Os técnicos terminaram as formações superiores nas áreas da Enfermagem, Fisioterapia, Engenharia Agronómica, Gestão de Contabilidade, Construção Civil e Comunicação Social.
A directora geral do Instituto Superior Politécnico Tundavala, Margarida Ventura, pediu aos novos formados bom desempenho, honestidade e capacidade de adaptação ao mercado de trabalho, no sentido de corresponder às exigências de cada sector e região.
A maior riqueza de um país é a qualidade dos seus quadros. Daí que o Instituto Superior Politécnico Tundavala aposta na qualidade de ensino e na formação de licenciados capazes de realizar as tarefas que lhes são impostas pela sociedade.
Neste momento, o Instituto ministra nove cursos de licenciatura. A directora geral anunciou, para o próximo ano, a inclusão dos cursos de Design Gráfico e de Moda, pela primeira vez no país.
Ao longo dos nove anos de existência, a instituição já formou 214 licenciados nas várias especialidades. O Instituto Superior Politécnico Tundavala é uma unidade académica sólida e sustentável, que trabalha para a sua afirmação no contexto regional, contribuindo para o desenvolvimento do país.
O governador da Huíla, João Marcelino Tyipingue, sublinhou que a província é uma região universitária por excelência, pela tradição académica acumulada, desde a década de 60, altura em que foram abertos os primeiros cursos superiores em Ciências Pedagógicas, Filosofia, História e Geografia. O Instituto Superior Politécnico surge no quadro de um programa do Executivo de liberalização do ensino superior privado.
A missão da Universidade é formar e produzir conhecimentos, incentivar a inovação e promover o desenvolvimento económico e social do país, que precisa de quadros de formação superior, com competência para solução dos problemas.
O governador da Huíla defendeu a elaboração pelas universidades angolanas de um pensamento científico próprio, desenvolvendo tecnologias em função dos problemas específicos inerentes ao contexto do país, à luz do Plano Nacional de Formação de Quadros.
“É sobretudo no plano da ciência e tecnologia que a universidade pode oferecer um grande contributo para a solução dos problemas do país em desenvolvimento”, ressaltou.
A promoção do desenvolvimento, relacionado com a inovação tecnológica, tem sido orientada para o aproveitamento do potencial endógeno, com fundamental contribuição das universidades.
O governador espera que os licenciados do Instituto Superior Politécnico Tundavala possam dar um contributo valioso no desenvolvimento da província da Huíla e não só. A licenciatura é apenas uma etapa de aprendizagem. “O mais importante é aprofundar e aplicar os conhecimentos adquiridos para apresentar resultados para a sociedade”.

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