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Reduzem os óbitos por raiva na Huíla

O número de óbitos causados por raiva, resultante de ataques de cães, gatos ou macacos, na província da Huíla, reduziu de 36, no primeiro semestre de 2016, para 14 no mesmo período do ano em curso, na sequência das campanhas de vacinação de animais de estimação.

Animais de estimação não vacinados fazem vítimas mortais
Fotografia: Nilo Mateus | Edições Novembro

A informação foi avançada ontem, à Angop, pelo supervisor provincial do Programa Alargado de Vacinação (PAV), do Departamento de Saúde Pública e Controlo de Endemias, Angelino Mwenho.
Fez saber que da cifra, 13 foram notificados no Lubango e uma no município da Jamba.
Explicou que esse resultado ainda é preocupante, por isso redobraram a mobilização e a sensibilização para que os utentes vacinem os seus animais.
Relativamente às vacinas contra a raiva, Angelino Mwenho admitiu que o programa está desprovido destes fármacos, situação que tem estado a preocupar as autoridades sanitárias.
Disse que as doses de vacinas contra a raiva para seres humanos são caras, por isso quando surgem casos de mordedura canina, os pacientes são obrigados a adquirirem nas farmácias.
O Departamento Provincial da Pecuária na Huíla imunizou, desde Fevereiro, 29.927 animais de estimação, entre cães, gatos e macacos, no âmbito da campanha de vacinação contra a raiva.

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