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Reforçada fiscalização dos preços e qualidade dos produtos na Huíla

André Amaro | Lubango

O Instituto Nacional de Defesa do Consumidor (INADC) e parceiros na província da Huíla estão a reforçar as medidas de fiscalização, para prevenir a especulação durante a quadra festiva.

O Instituto Nacional de Defesa do Consumidor (INADC) e parceiros na província da Huíla estão a reforçar as medidas de fiscalização, para prevenir a especulação durante a quadra festiva.
Para o êxito das medidas preventivas foi crida uma comissão integrada por elementos da Policia Económica, Fiscalização do Comércio e INADC, que desenvolvem acções no mercado formal e informal da província.
A directora do INADC na província da Huíla, Bárbara Coutinho, esclareceu que a criação desta comissão visa prevenir que os comerciantes oportunistas se aproveitem da quadra festiva para aumentem os preços e violar os direitos dos consumidores.
As brigadas constituídas em seis municípios estão a passar nos estabelecimentos comerciais e mercadas informais para fiscalizar os preços praticados, as datas de validade, a qualidade dos produtos. Estamos a incidir a nossa actividade para a área industrial, grandes superfícies como supermercados, comércio grossista e retalhista, atender as denúncias dos consumidores que detectarem algumas irregularidades, disse.
Bárbara Coutinho frisou que a comissão está atenta aos comerciantes que nesta altura colocam nas prateleiras preços desiguais aos dos mapas de cálculos, sem ter em conta o valor de aquisição dos referidos produtos.
Quanto à especulação dos preços da botija de gás, informou que as brigadas estão no terreno preparadas para deter os comerciantes que procederem à margem da lei.
A defensora dos direitos dos consumidores na província da Huíla apelou aos comerciantes a não agirem à margem da lei, porque vão ser sancionados, com apreensão, destruição dos produtos e aplicação de multas previstas na lei, enquanto as infracções graves vão ser encaminhadas para o Tribunal.
Por isso, apelou os comerciantes a serem mais honestos, a respeitarem os direitos dos consumidores, comercializando produtos com qualidade e a praticarem preços que correspondam aos mapas de cálculo e percentagens previstas na lei.
Aos consumidores da Huíla exortou a terem em atenção os prazos de validade e qualidade dos produtos, a compararem os preços, a denunciarem as irregularidades que constatarem.

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