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Registadas menos mortes nos primeiros três meses

André Amaro| Lubango

As mortes por malária na Huíla reduziram consideravelmente no primeiro trimestre deste ano devido ao cumprimento de medidas preventivas combinadas, disse ao Jornal de Angola o supervisor provincial do programa de luta contra a doença. 

Lançada campanha de combate à doença
Fotografia: Jornal de Angola

António Tchimbire afirmou que naquele período foram registados 48.159 casos enquanto no primeiro trimestre de 2012 houve os 621 mil
Das acções preventivas combinadas, referiu, fazem parte “o tratamento intermitente” a grávidas, distribuição de mosquiteiros tratados com insecticidas e campanhas de pulverização a mais de 600 mil casas.
Nos municípios, declarou, estão a ser realizadas, com a colaboração de técnicos cubanos, campanhas de eliminação dos focos de reprodução e criação do mosquito causador da doença em parcerias.
Todos os anos, disse, são formados técnicos de diagnóstico precoce da doença e de tratamento simples com Coartem e realizadas campanhas de sensibilização junto das populações nos bairros e nos mercados. Nas unidades onde não há laboratórios, salientou, foram introduzidos os Testes de Diagnostico Rápido da Malária (TDRM) que permitem aos técnicos prescreverem a medicação com base nos resultados.
Paralelamente a estas medidas preventivas as unidades sanitárias dos 14 municípios da província da Huíla são regularmente apetrechadas com medicamentos.
António Tchimbire disse que no início do ano começou a ser utilizado um novo antipalúdico, o ASAC, nas unidades sanitárias dos municípios de Chicomba, Chipindo, Gambos, Humpata, Jamba e Quipungo.

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