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Serviços de saúde na Jamba com novas infra-estruturas

Arão Martins| Lubango

A assistência médica e medicamentosa às comunidades do município da Jamba pode conhecer melhorias significativas com a construção de mais três novos postos de saúde no segundo semestre deste ano, revelou o administrador municipal.

O Hospital Central do Lubango Doutor António Agostinho Neto é uma referência na região
Fotografia: Arão Martins

A assistência médica e medicamentosa às comunidades do município da Jamba pode conhecer melhorias significativas com a construção de mais três novos postos de saúde no segundo semestre deste ano, revelou o administrador municipal.
Miguel Cassela disse que as infra-estruturas sanitárias, a serem construídas nas comunas do Dongo, Tchamutete e na sede municipal, fazem parte do programa de combate a fome e pobreza.
Nesta altura, afirmou, está em curso o programa de ampliação de alguns compartimentos do hospital municipal e do centro de saúde da comuna do Dongo para facilitar o acesso às unidades e aumentar a capacidade de atendimento.
Malária, doenças diarreias agudas e tuberculose são as enfermidades mais frequentes na Jamba e, por isso, as autoridades sanitárias estão a desenvolver acções preventivas, como o fornecimento de mosquiteiros impregnados, aquisição de fármacos, reforço da repartição municipal com novos técnicos e outras medidas que facilitam o acesso dos pacientes aos centros médicos.

Água potável
 
O abastecimento de água potável aos habitantes da vila da Jamba está regularizado, com a construção e reabilitação dos sistemas de abastecimento e a montagem de novas condutas que permitiram a canalização em mais de cem casas.
Apesar disso, as autoridades estão empenhadas na construção de mais sistemas de captação e abastecimento de água.
 “As antigas condutas de abastecimento ao domicílio vão ser todas recuperadas e modernizadas”, garantiu o administrador municipal, acrescentando que três milhões de dólares estão a ser empregues na construção de três mangas e em tanques banheiros para o gado na sede e comunas do Dongo e Tchamutete para evitar que as populações percorram longas distâncias nas campanhas de vacinação, que decorrem até ao fim do ano.

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