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Huíla forma mestres de artes e ofícios

Domingos Mucuta | Lubango

A escola básica de formação profissional “Estrela da Huíla”, afecta à Missão Católica do Lubango, dispõe, este ano lectivo, de 640 vagas, para a formação académica e profissional, com a construção de novas instalações, com 16 salas de aulas, um investimento do Governo Provincial avaliado em 89 milhões de kwanzas.

Mercado de trabalho na Huíla vai ser reforçado com mestres de prestação de serviços no âmbito do programa de combate ao desemprego
Fotografia: Arimateia Baptista | Huíla

O director da escola, Francisco Chivela, disse ontem que as matrículas para a 7ª, 8ª e 9ª classes estão abertas para todos os adolescentes interessados em  continuar  os estudos académicos, aliados à formação técnico-profissional em várias áreas de artes e ofícios.
Referiu que os alunos podem escolher os cursos de informática, contabilidade geral, electricidade de baixa tensão, construção civil, agronomia, hotelaria, mecânica e jornalismo.
“No fim, o estudante vai ser técnico básico numa das especialidades escolhidas, de acordo com a orientação vocacional ou interesse pessoal”, referiu Francisco Chivela, acrescentando que as condições estão criadas para as aulas práticas.
Francisco Chivela disse que continuam disponíveis oito salas para os cursos profissionais de curta duração, vertente formativa que notabilizou a instituição como uma referência de formação de mestres em artes e ofícios. A escola, que conta com 39 professores, tem parceria com o Instituto Médio Politécnico da Humpata, para onde são encaminhados os finalistas, para continuarem a sua formação académica. 

Mercado de trabalho

“A escola básica de formação profissional “Estrela da Huíla” está bem, atendendo as novas condições infra-estruturais  para a formação académica e profissional básica dos jovens”, acrescentou Francisco Chivela.  A escola dispõe de oficinas amplas, onde são ministrados cursos de mecânica geral, corte e costura, serralharia, secretário, canalização, culinária, mecânica auto, administração pública, contabilidade informatizada, decoração e electricidade, em períodos que variam entre dois a 12 meses.  No ano passado, acrescentou Francisco Chivela, a escola básica de formação profissional lançou para o mercado de trabalho cerca de dois mil jovens, formados em mecânica geral, serralharia, construção civil, reparação de computadores, mecânica-auto, corte e costura, decoração, informática e culinária.
Os finalistas vão beneficiar de instrumentos de trabalho, para poderem abrir pequenas empresas.

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