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Jovens prometem trabalhar com a Igreja

Victória Quintas (*)|Huambo

 

Sob o lema “As nações caminharão à Sua Luz”, os cristãos católicos celebraram domingo o Dia Mundial das missões, no qual 80 adolescentes e jovens assumiram, perante os paroquianos da Sé Catedral do Huambo, o compromisso de trabalharem sempre ao serviço da Igreja e da Nação.   

 

Sob o lema “As nações caminharão à Sua Luz”, os cristãos católicos celebraram domingo o Dia Mundial das missões, no qual 80 adolescentes e jovens assumiram, perante os paroquianos da Sé Catedral do Huambo, o compromisso de trabalharem sempre ao serviço da Igreja e da Nação.   
A celebração foi presidida pelo pároco da Sé Catedral, padre Adriano Supuleta, que referiu que no Dia Mundial das Missões todos os cristãos são chamados a imitar Cristo, o servidor paciente dos pobres.
Apelou igualmente aos escuteiros a agirem segundo a semelhança de Cristo e lembrou que anciãos solitários, doentes, presos emigrantes e aqueles que padecem, necessitam dos seus serviços.
Dos escuteiros que fizeram promessa de estar “Sempre alerta para servir”, 18 são crianças dos seis aos 11 anos, denominados Lobitos, que ingressam pela primeira vez.
Estes Lobitos, que são identificados com as vestes azul-escuro e castanho claro, do uniforme geral do escutismo, com lenços amarelos, que significam inocência e etapa de preparação, vêm engrossar o agrupamento 68 da paróquia da Sé Catedral.
O chefe da segunda secção, José Massoxi, lembrou que, a par do uniforme dos escuteiros, estão as varas bifurcadas que simbolizam os dois caminhos que o jovem pode seguir: “o caminho justo e da fé e o caminho ateu”.

Gasolina com água

A Polícia Económica deteve, no fim-de-semana, na comuna do Alto Hama, município do Londuimbali, três cidadãos que se dedicavam à venda de gasolina misturada com água.
Os acusados, com idades compreendidas entre 18 e 20 anos, cujos nomes não foram revelados, foram denunciados pelos utentes de viaturas, no acto do abastecimento.
Os supostos criminosos asseguraram que praticam este negócio há muito tempo para obter algum lucro. Os mesmos encontram-se sob controlo das autoridades policiais locais para a formalização do processo judicial.
Por este facto, as autoridades policiais enaltecem a colaboração de todos, no sentido de denunciarem casos que prejudiquem as populações.

(*) Com  Adolfo Mundombe|  Alto Hama

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