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Kixi-Crédito avalia acção em Benguela

António Gonçalves|Benguela

O director executivo da Kixi-Crédito (Angola) SA, Joaquim Catinda, disse, no fim-de-semana, em Benguela, que a relação de confiança mútua entre a instituição que dirige e o cliente constitui a base de sustentação para a atribuição de créditos.

 

O director executivo da Kixi-Crédito (Angola) SA, Joaquim Catinda, disse, no fim-de-semana, em Benguela, que a relação de confiança mútua entre a instituição que dirige e o cliente constitui a base de sustentação para a atribuição de créditos.
O responsável, que falava à margem do encontro com os seus clientes na província de Benguela, lembrou que constitui uma prática normal manter encontros do género, para avaliar o grau de satisfação dos clientes, visando alargar os serviços.
Com uma carteira de negócios de 9 milhões de dólares e 11 mil clientes distribuídos por seis províncias de Angola, o Kixi-Crédito (Angola) SA tem como missão proporcionar oportunidades para os angolanos saírem da pobreza, através do desenvolvimento de serviços financeiros sustentáveis.
 O Kixi-Solidário, Kixi-Reforçado e o Kixi-Negócio são as três modalidades de crédito que a instituição oferece aos seus clientes. Está prevista, a introdução no mercado do Kixi-Casa e do Kixi-Salário.
Os créditos vão do equivalente a 2,5 mil a 5 mil dólares. O reembolso é pago em 12 prestações, num período de 6 meses, com juro de 3 por cento.
Caso um dos membros do grupo de três clientes esteja com dificuldades em reembolsar o crédito a si concedido, pode ser ajudado pelos restantes membros, cabendo a quem esteja nessa situação posteriormente tratar de cumprir com a sua obrigação junto dos restantes colegas.
Com três anos de existência e actualmente com 10 mil clientes nas seis províncias em que se encontra instalado, o Kixi-Crédito (Angola) SA pretende aumentar este número para um milhão em cada agência.
 Habilitam-se às modalidades de crédito  as pessoas, ou grupos que tenham no mínimo 18 anos e desenvolvam actividades geradoras de rendimento nos ramos do comércio, produção e serviços. Devem ter experiência num dos ramos de actividade de, pelo menos, um ano e sejam identificáveis nas comunidades em que estejam inseridos.

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