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Centro oftalmológico abre este ano

Weza Pascoal | Menongue

O centro oftalmológico na periferia da cidade de Menongue está concluído e aguarda apenas o apetrechamento técnico e de mobiliário para a sua inauguração, disse terça-feira ao Jornal de Angola o director provincial de Saúde, Fernando Cassanga.

O empreendimento de impacto social está concluído e aguarda apenas o apetrechamento técnico e de mobiliário para a sua inauguração
Fotografia: Maurício Jacinto| Menongue

O centro oftalmológico na periferia da cidade de Menongue está concluído e aguarda apenas o apetrechamento técnico e de mobiliário para a sua inauguração, disse terça-feira ao Jornal de Angola o director provincial de Saúde, Fernando Cassanga.
O responsável referiu que devido à sua grandeza, propôs ao governo provincial que, além dos casos de oftalmologia, preste também serviços de otorrinolaringologia e maxilofacial, passando a designar-se “Hospital de Análises Clínicas”. A unidade possui ainda um auditório, audiometria, estatística e áreas administrativas. 
Com seis especialistas cubanos, o centro oftalmológico do Menongue vai atender também pacientes de outras províncias. “Com a inauguração deste centro, a população do Kuando-Kubango deixa de realizar consultas nos hospitais de Luanda, Benguela ou da Namíbia”, sublinhou Fernando Cassanga.

Assistência às comunidades


O director da Saúde anunciou que o governo do Kuando- Kubango está a desenvolver um amplo programa de assistência médica e medicamentosa nas comunidades rurais, sobretudo nas regiões mais recônditas, onde estão a ser construídos vários postos e centros de saúde.
As zonas que não dispõem de infra-estruturas têm ao seu dispor equipas móveis, que periodicamente vão ao encontro das comunidades para efectuarem consultas médicas”, disse.  Fernando Cassanga confirmou, para este ano, a construção de novos centros de saúde nas comunas do Longa, Caiundo, Savati, na sede municipal do Dirico e Rivungo, bem como a ampliação dos hospitais das localidades de Calai e Cuangar.   
Sobre a doença desconhecida que até agora vitimou mais de 36 pessoas no município do Rivungo, o director provincial da Saúde disse que a equipa médica encarregada da investigação enfrenta imensas dificuldades em movimentar-se devido às cheias do rio Wefo, que isolaram completamente a localidade, onde a população vive imensos problemas.

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