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Empresários ajudam afectados pela seca

Odeth Manhengo | Menongue

Empresários e membros da sociedade civil da província do Cuando Cubango estão a aderir à campanha de recolha de donativos, promovida pela Rádio Nacional de Angola (RNA), para minimizar a carência de alimentos que as famílias vítimas da seca na região Sul do país estão a enfrentar.

Organização está a receber bens de primeira necessidade
Fotografia: Vigas da Purificação | Edições Novembro

Segundo o chefe de produção da Rádio Cuando Cubango, Aristides Kito, desde o início da campanha, no último domingo, já foram recolhidas quantidades consideráveis de bens alimentares, com realce para arroz, açúcar, feijão, leite, óleo e massa alimentar, sal, conservas de carne e peixe, bem como roupa usada e calçado.
Aristides Kito afirmou que até ao final da campanha, cujo término está previsto para o próximo mês de Julho, estima-se, na província e em particular na cidade de Menongue, a recolha de enormes quantidades de produtos diversos, que vão minimizar as dificuldades de alimento que as 350 mil pessoas afectadas pela seca no Cuando Cubango estão a enfrentar.
O chefe de produção da Rádio Cuando Cubango disse que, “principalmente, os empresários e os membros da sociedade estão solidários com a campanha de recolha de donativos”, tendo em conta os produtos que diariamente são entregues. Salientou que, a par de bens alimentares, roupa e calçado. A Rádio Nacional no Cuando Cubango também está a receber valores monetários, que estão a ser depositados numa conta do Banco Sol, que vão servir igualmente para as vítimas da estiagem a nível da região Sul do país.
Aristides Kito apelou às empresas públicas e privadas, igrejas, membros dos partidos políticos e da sociedade civil, músicos e outras individualidades para fazerem também parte desta mega campanha de solidariedade, que decorre sob o lema “Unimos o país pela seca”.
“O nosso objectivo é ajudar as pessoas que padecem neste momento de fome por causa da seca severa que assolou principalmente as províncias do Cuando Cubango, Namibe, Huíla e Cunene”, disse.

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