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Ensino Especial em Menongue com dificuldades

Pelo menos 50 novos professores são necessários para assegurar o ensino especial a nível do Cuando Cubango, revelou ontem, em Menongue, o director provincial da Educação.

Miguel Canhime referiu que, neste momento, os 50 professores que a instituição tem nesta área de ensino são insuficientes para garantir o bom funcionamento do sistema, que conta com mais de 700 alunos.
O director provincial da Educação disse esperar que se realize o concurso público, mecanismo usado para a admissão de técnicos para a função pública, salientando que actualmente o ensino especial a nível de Cuando Cubango ministra aulas da iniciação a 9ª classe.
Miguel Canhime informou  que o ensino especial está apenas implementado em Menongue, com duas escolas, sendo uma afecta à Igreja Evangélica Congregacional de Angola (IECA) e outra à Igreja Católica. “Os dados fornecidos por município sobre a realidade do ensino especial não garantem confiança, para a abertura de turmas em cada uma das localidades”.
Em função desta situação, Miguel Canhime defendeu a criação de uma região que possa congregar os menores com necessidades educativas especiais, dada a dispersão dos mesmos, embora em número reduzido. “Tendo em conta este preocupação, a instituição lançou um pedido às administrações municipais e às direcções municipais de Educação, para que informem a problemática de crianças portadoras de deficiências”.
Na área da alfabetização, Miguel Canhime revelou que mais de 19 mil pessoas de ambos os sexos foram alfabetizados, durante o ano passado, através do processo “Sim, eu Posso”.

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