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Governador quer ver melhorias na gestão de unidades sanitárias

O governo do Kuando Kubango quer, para 2010, melhorias de gestão das unidades sanitárias e a qualidade dos serviços administrativos, com maior incidência para a higiene, a fim de garantir a prestação de um serviço de qualidade e o progresso no sector da saúde.

Governador Eusébio de Brito Teixeira
Fotografia: Jornal de Angola

O governo do Kuando Kubango quer, para 2010, melhorias de gestão das unidades sanitárias e a qualidade dos serviços administrativos, com maior incidência para a higiene, a fim de garantir a prestação de um serviço de qualidade e o progresso no sector da saúde.
Esta intenção foi expressa na semana passada, em Menongue, capital do Kuando-Kubango, pelo governador da província, Eusébio de Brito Teixeira, na cerimónia de cumprimentos de fim de ano.
O governador disse que o sector deve preparar os futuros quadros que devem substituir os mais velhos, que hoje asseguram os serviços no Leste e Sul do Kuando-Kubango. Exemplificou os casos dos municípios do Kuito Kuanavale, Mavinga, Nankova, Cuangar, Calai e Dirico.
Para o sector da Educação, o governador defende que se elimine a cobrança exagerada de propinas e pagamento de matrículas, a criação de condições de identificação de todos os professores sem documentos, para a sua inserção na função pública.
Eusébio de Brito Teixeira disse que a direcção da Educação deve criar equipas de trabalho para apoiarem os professores situados nas zonas leste e sul do Kuando-Kubango, de forma a inseri-los nas novas metodologias de educação e preparar futuros professores que vão, com o tempo, substituir os que passam à reforma.
Para o governador, a inspecção escolar deve desempenhar o seu papel pedagógico nas áreas de referência, de modo a estimular aqueles que trabalham em zonas distantes.
O sector da Justiça deve estender os seus serviços às zonas rurais e a direcção local da Administração Pública, Emprego e Segurança Social tem de exercer maior controlo sobre os funcionários no sentido do reforço da disciplina laboral.
“Todos os dirigentes devem desencadear um combate sério contra o tribalismo e o regionalismo nos locais de trabalho, ao nível da convivência dentro da sociedade e privilegiar o diálogo, para a solução dos principais problemas que nos afligem”, disse o governador.

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