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Maior mercado paralelo está a ser requalificado

Carlos Paulino | Menongue

As obras de requalificação e ampliação do maior mercado paralelo da província do Cuando Cubango, situado no bairro Paz, arredores da cidade de Menongue, decorrem a bom ritmo.

As obras de requalificação e ampliação do maior mercado paralelo da província do Cuando Cubango
Fotografia: Edições Novembro

Orçado em 376 milhões de kwanzas, o mercado começa a funcionar em Novembro com todas as condições de salubridade. As obras, que estão a cargo da empresa de construção civil Frantchicote, vão permitir requalificar e ampliar o mercado de 1.200 para 3.500 lugares de venda. A infra-estrutura vai ter ainda quatro armazéns para a venda de produtos diversos a grosso, restaurantes, boutiques e hospedaria com 48 quartos, entre outros serviços.
Em declarações ao Jornal de Angola, o responsável da empreitada, Francisco Chicote, explicou que o mercado vai contar ainda com quatro naves para a venda de peixe, produtos agrícolas, roupas usadas, electrodomésticos e utensílios de cozinha.
Francisco Chicote informou que até ao momento já foram construídas mais de 500 bancadas, uma nave para a venda de peixe e 12 casas de banho. Paralelamente às obras do mercado, foram reabilitadas as ruas adjacentes para tornar o trânsito fluído.
“A intenção é tornar o mercado paralelo do bairro Paz mais higiénico e rentável, também para que a Administração Municipal de Menongue possa arrecadar mais receitas ”, disse Francisco Chicote, ressaltando que nem sequer foram ainda disponibilizados 15 por cento do orçamento da obra. “Apesar deste constrangimento, temos intenção de concluir a obra no final de Novembro. Estamos a utilizar os nossos recursos financeiros para honrarmos com o prazo contratual”, garantiu o responsável da empreiteira.
Apesar de os trabalhos estarem em curso no mercado, a actividade comercial no local continua, embora reduzida. “Estamos a utilizar um método de modo que os comerciantes continuem a vender, pois não devem parar, por não terem outra fonte de rendimento para o sustento da família”, disse Francisco Chicote.

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