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Mais jovens do município do Longa com preparação técnico-profissional

Carlos Paulino| Longa

Um grupo de 244 jovens na comuna do Longa, Cuito Cuanavale, terminou com êxito, ao fim de três meses, acções de formação técnico-profissional de informática, mecânica-auto, corte e costura, alvenaria e electricidade de baixa tensão.

O curso de corte e costura é dos mais procurados nos centros de formação profissional instalados na província do Kuando-Kubango
Fotografia: JA

Um grupo de 244 jovens na comuna do Longa, Cuito Cuanavale, terminou com êxito, ao fim de três meses, acções de formação técnico-profissional de informática, mecânica-auto, corte e costura, alvenaria e electricidade de baixa tensão.
As acções de formação, promovidas pelo Instituto Nacional de Emprego e Formação Profissional (INEFOP), decorreram em três unidades móveis instaladas este na comuna.
O coordenador dos serviços provinciais do INEFOP lembrou, na sessão de encerramento, a importância da formação profissional por permitir a quem as frequenta mais oportunidades de emprego e de participar no processo de reconstrução e desenvolvimento do país.
Ernesto Kemba recordou também que o Kuando-Kubango apenas regista um desenvolvimento socioeconómico acelerado se a juventude apostar seriamente na formação profissional.

Salas são insuficientes


Os três pavilhões de artes e ofícios que a província tem nos municípios de Menongue, Cuchi e Cuito Cuanavale e as três unidades móveis de formação, referiu, são insuficientes para responder à procura, pois são cada vez mais os que ganham consciência que ter uma formação profissional é um passo importante para arranjarem trabalho.  
O governo provincial do Kuando-Kubango, sublinhou, deve criar políticas para a construção de pavilhões de artes e ofícios em todos os municípios para permitir que todos possam ter formação profissional. O Instituto Nacional de Emprego e Formação Profissional no Kuando-Kubango preparou profissionalmente, desde há sete anos, 1.178 pessoas em informática, contabilidade, serralharia, corte e costura, mecânica-auto, canalização, electricidade, agricultura, administração e gestão, carpintaria e inglês, que foram inseridos no mercado de trabalho, no âmbito do programa de combate ao desemprego.

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