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Mavinga tem novo sistema de captação

Carlos Paulino | Mavinga

Mais de oito mil habitantes da sede municipal de Mavinga, a 418 quilómetros a leste da cidade de Menongue, no Kuando-Kubango, beneficiam, desde segunda-feira, de um sistema de captação, tratamento e distribuição de água potável.

Inauguração do novo sistema de água contou com a presença de membros do Executivo
Fotografia: Carlos Paulino|Mavinga

Mais de oito mil habitantes da sede municipal de Mavinga, a 418 quilómetros a leste da cidade de Menongue, no Kuando-Kubango, beneficiam, desde segunda-feira, de um sistema de captação, tratamento e distribuição de água potável.
A nova infra-estrutura, orçada em pouco mais de 92 milhões de kwanzas, foi instalada nas margens do rio Kúbia e tem capacidade para bombear 112 metros cúbicos de água por hora, para um reservatório de 330 metros cúbicos.
O sistema de captação, tratamento e distribuição de água potável, o primeiro no município de Mavinga desde que Angola alcançou a independência, em 1975, tem uma rede de tubagem de 9,5 quilómetros.
O sistema permitiu a instalação de oito chafarizes, quatro lavandarias e 25 ligações domiciliares, um número que pode aumentar nos próximos tempos.
A população da sede municipal de Mavinga consumia água directamente do rio Kúbia, onde faziam também as suas actividades domésticas, o que estava na origem de muitas doenças. 
Ao inaugurar o empreendimen­to, o ministro da Assistência e Reinserção Social (MINARS), João Baptista Kussumua, pediu à população para conservar bem a estação de água, para que os habitantes possam consumir água potável por longos anos.
Realçou, ainda, que o Executivo angolano vai continuar a construir sistemas de captação, tratamento e distribuição de água potável, escolas, postos de saúde, estradas, caminhos-de-ferro, hospitais, entre outras infra-estruturas, para que o povo angolano possa crescer e viver em paz.
O acto inaugural foi testemunhado pelo governador do Kuando-Kubango, Eusébio de Brito Teixeira, pelos ministros da Saúde, José Van-Dúnem, e da Justiça, Guilhermina Prata, além dos directores nacionais da Energia e Águas, da Educação e da Justiça.

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