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Menongue tem mais casas

Nicolau Vasco | Menongue

Mais de 200 casas de tipologia T3 estão a ser comercializadas, desde segunda-feira, no Bairro Tucuve, arredores de Menongue, no quadro do projecto de construção de fogos habitacionais nos municípios, em curso nas províncias do país.

As novas casas podem ser adquiridas através de pronto pagamento e em renda resolúvel
Fotografia: Nicolau Vasco | Menongue

As habitações, construídas numa área de 640 metros quadrados, foram inauguradas pelo governador do Cuando Cubango, Higino Carneiro, que anunciou que cada casa vai ser vendida a um preço global de quatro milhões de kwanzas, pagos num período de 30 anos, com um desembolso mensal de 11.011 kwanzas.
Higino Carneiro disse que o Governo pretende, com este projecto, a melhoria das condições habitacionais das populações em toda a província.
Nos próximos dias, o Governo vai pôr à venda outras 75 casas no Cuchi, Nancova (60), Rivungo (50), Cuito Cuanavale (48), Cuangar (30), Dirico (20) e seis em Mavinga. Higino Carneiro realçou que, em relação à capital da província, Menongue, o Executivo aprovou a construção de quatro mil casas, que vão coincidir com a requalificação da zona urbana, prevendo-se, na primeira etapa, a edificação de 450 apartamentos, além de outras infra-estruturas sociais.
O Cuando Cubango vive sérios problemas de falta de habitação, principalmente nas sedes municipais e comunais, onde estão concentradas a administração pública do Estado, salientou o governador. Estas zonas não têm infra-estruturas suficientes para albergar quadros do Governo e população em geral. Quanto aos requisitos para a obtenção de casas, o director provincial do Urbanismo e Ambiente, Afonso Calei, disse existirem duas modalidades de acesso dentro do programa habitacional: através de pronto pagamento e em renda resolúvel.
As pessoas interessadas devem dirigir-se às instalações da direcção provincial do Urbanismo e Ambiente, levando consigo uma declaração de serviço, uma fotocópia do Bilhete de Identidade e, posteriormente, a assinatura do contrato.
Afonso Calei acrescentou que as pessoas que não são funcionárias públicas devem contactar a sua instituição, para obter uma informação sobre as casas.

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