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Nova central de armazenamento é inaugurada ainda em Agosto

Nicolau Vasco | Menongue

A nova central de armazenamento de combustíveis e de enchimento de gás, das maiores de toda região sudeste de Angola, construída na periferia de Menongue, começa a funcionar este mês, disse, ao Jornal de Angola, o encarregado da obra.

O fornecimento de combustível ao Kuando-Kubango é feito até agora a partir do Huambo
Fotografia: Nicolau Vasco|

A nova central de armazenamento de combustíveis e de enchimento de gás, das maiores de toda região sudeste de Angola, construída na periferia de Menongue, começa a funcionar este mês, disse, ao Jornal de Angola, o encarregado da obra.
A central, dividida em várias áreas, pode armazenar até 4,5 milhões de litros de derivados do petróleo e 400 metros cúbicos de gás butano, que passam a ser transportados de comboio para esta região, a partir do porto do Namibe.
A área de armazenamento tem 45 reservatórios, cada um com cem metros cúbicos, com capacidade para dois milhões de litros de gasóleo, um milhão de litros de gasolina, igual quantidade de Jet-A1, o combustível para aviões, e 500 mil litros de petróleo iluminante.
A área tem outro reservatório, com capacidade de 500 mil litros, para água destinada a combater eventuais incêndios.  
O sistema de enchimento de gás butano, testado com êxito, tem capacidade para oito mil botijas por dia, mas por o mercado ainda ser pequeno, numa primeira fase vai limitar-se a metade daquele número, suficiente para abastecer o mercado local e as localidades vizinhas do Kuando-Kubango.
O encarregado da obra referiu que o empreendimento foi já foi entregue a Sonanagol, a quem compete definir data da inauguração.
Os habitantes da província, em particular os da cidade de Menongue, aguardam com expectativa a inauguração da central que vai atenuar a carência de fornecimento de gás butano e de outros derivados do petróleo.
O fornecimento de combustíveis ao Kuando Kubango é feito até agora, a partir da cidade do Huambo, por uma frota de camiões cisternas, o que provoca acentuada escassez daqueles produtos na província e longas filas quando são colocados à venda.

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