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Novos hospitais abriram ao público

Três hospitais municipais foram abertos, nos últimos oito anos, em Mavinga, Cuchi e Nankova. Neste mesmo período, foram também construídos centros de saúde em Menongue, Caiundo, Cuito Cuanavale e Cuangar e postos de saúde em todos os municípios.                                

Autoridades querem fazer baixar o índice de mortalidade nas comunidades
Fotografia: Francisco Bernardo

A província do Kuando-Kubango abriu, nos últimos oito anos, três hospitais municipais, construídos no âmbito do programa do Governo de melhoria e aumento da oferta de bens e serviços sociais básicos à população.
De acordo com o director provincial da Saúde, Fernando Cassanga, os hospitais foram erguidos nos municípios de Mavinga, Kuchi e Nankova. Em oito anos foram também construídos centros de saúde em Menongue, Caiundo, Cuito Cuanavale e Cuangar.
Segundo o responsável da Saúde, foi igualmente possível, ao longo dos oito anos de paz, a construção de 15 postos de saúde em todos os municípios, e a reabilitação, ainda em curso, do Hospital Central de Menongue.
Fernando Cassanga apontou ainda, como conquistas da paz, a construção da Escola de Formação Permanente para Enfermagem e de quatro centros de saúde, três em Menongue e um em Calai, todos com capacidade para 30 camas de internamento e outros serviços.
Entre 2003 e 2008, foram admitidos no sector da Saúde 528 enfermeiros e 430 funcionários administrativos. Desde 2002 até à presente data, o sector da Saúde tem 25 médicos, entre angolanos, cubanos e coreanos, de diversas especialidades. Para aumentar a cobertura sanitária, Fernando Cassanga diz serem necessários mais 42 médicos, para responder à procura na região, a segunda maior territorialmente do país, depois do Moxico. “Controlados ainda, graças às admissões efectuadas no período de paz, 676 enfermeiros, 20 técnicos de diagnóstico e 598 trabalhadores administrativos”, acrescentou Fernando Cassanga. O balanço, disse o director da Saúde, é positivo em termos de prestação de serviços às populações.
O sector tem em perspectiva a curto prazo a admissão de 12 médicos de clínica geral e , já foi lançada a campanha de recrutamento. Até 2011, garantiu o responsável da Saúde, as condições de acomodação dos médicos, situação que mais tem condiconado a fixação de médicos no Kuando-Kubango, está resolvida.

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