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Organização dos hospitais considerada satisfatória

A secretária de Estado da Saúde para a Área Hospitalar, considerou, no  sábado,  positiva a organização funcional das principais unidades sanitárias existentes em Menongue,   capital da província do Cuando Cubango.

Melhorada a assistência médica na pediatria
Fotografia: Miqueias Machangongo|Edições Novembro


Constantina Furtado trabalhou durante dois dias em Menongue e aproveitou para visitar a maternidade provincial, os hospitais municipal de Menongue, o pediátrico e central de Menongue, assim como o Hospital Geral do Cuando Cubango que é inaugurado dentro de três meses.
Constantina Furtado referiu que as quatro unidades sanitárias oferecem condições em termos de infra-estruturas, em recursos humanos que “muito pouco há para reforçar”, e disse que as equipas de saúde estão a funcionar com uma força de vontade notável.
Em relação aos profissionais de enfermagem, disse que estes elevaram os seus níveis académicos, mantiveram nas suas carreiras, o que considerou de muito importante para actividade que exercem.
A também coordenadora de auditoria de mortes materno-infantis do Ministério da Saúde reconheceu que esta particularidade das profissionais de enfermagem de Menongue de prosseguirem a sua própria carreira não sucede em Luanda.
Ainda assim, justificou ser aceitável porque a Universidade do Cuito Cuanavale  abriu a Escola Superior de Enfermagem, a par da Escola Técnica de Enfermagem de formação média, facto que deu uma “grande força” ao Cuando ­Cubango.
A secretária de Estado da Saúde para a Área Hospitalar afirmou que a estrutura sanitária de qualquer país conta, essencialmente, com os técnicos de enfermagem, que constituem a base da oferta de serviços para uma população.
“Isto porque o profissional de enfermagem é que tem a responsabilidade de cuidar, que é o seu perfil", acrescentou Constantina Furtado, que referiu que no Cuando Cubango encontrou  esta força adicionada à elevação do nível de conhecimento.
Constantina Furtado explicou que, na Região da SADC, Angola é o único país que ainda tem o perfil de profissionais na categoria de técnico e auxiliar,   os demais estão no nível de técnicos superiores.
Quanto à assistência médica e medicamentosa, Constantina Furtado salientou que não constatou grandes dificuldades, porquanto a delegação que encabeçou registou um aparato a funcionar.

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