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Rivungo constrói escolas

Nicolau Vasco | Rivungo

As autoridades do município do Rivungo, província do Kuando-Kubango, revelaram que vão começar a ser construídas, ainda este ano, onze novas escolas do primeiro e segundo ciclos de ensino, com três salas cada.

As autoridades do município do Rivungo, província do Kuando-Kubango, revelaram que vão começar a ser construídas, ainda este ano, onze novas escolas do primeiro e segundo ciclos de ensino, com três salas cada.
A garantia foi dada, no último fim-de-sem, pelo governador provincial do Kuando-Kubango, Eusébio de Brito Teixeira, durante as comemorações do 17 de Setembro, dia do Herói Nacional, que se realizaram no município do Rivungo, a 780 quilómetros da sede provincial, Menongue.
Segundo o governador da província, das 11 novas escolas a serem construídas e previstas para albergar mais de duas mil crianças que se encontram fora do sistema normal de ensino, dez são do ensino primário e uma do secundário.
Das acções contidas no plano operativo do seu governo, está prevista a construção de 121 escolas a nível da província, sendo 11 secundárias e 110 primárias.
O reassentamento de 150 mil ex-militares e mutilados de guerra dispersos nos municípios de Mavinga e Rivungo e a desminagem constam igualmente do programa do governo da província.
Apesar de não ter anunciado o orçamento para as acções agendadas, o governador  Eusébio de Brito Teixeira garantiu a disponibilidade financeira para a execução das mesmas empreitadas.
Consta ainda do programa complementar para o desenvolvimento socioeconómico da região a reabilitação da estrada que liga Menongue ao Cuito Cuanavale/ Mavinga/Rivungo.
A abertura do canal fluvial sobre o rio Kuando, a partir do Rivungo, para facilitar as trocas comerciais entre Angola e a Zâmbia, fazem parte do plano previsto para o próximo ano.
Quanto à dotação financeira para o programa de desenvolvimento rural, referiu que está garantida na ordem dos 80 por cento.
Eusébio de Brito Teixeira alertou os administradores municipais que, caso haja incumprimentos dos programas traçados para a gestão dos bens do povo, eles serão responsabilizados judicialmente pelos seus actos. “É assim que temos de agir, para mantermos  a ordem”.

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