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Segurança Social das Forças Armadas constrói cem casas para ex-militares

Nicolau Vasco| Menongue

Cerca de cem casas para ex-militares vão ser construídas ainda este ano, na cidade de Menongue, província do Kuando-Kubango, um projecto da direcção nacional da Caixa de Segurança Social das Forças Armadas Angolanas (FAA).

General Xiyeto visitou espaço onde vão ser erguidas casas para ex-militares
Fotografia: Nicolau Vasco

Cerca de cem casas para ex-militares vão ser construídas ainda este ano, na cidade de Menongue, província do Kuando-Kubango, um projecto da direcção nacional da Caixa de Segurança Social das Forças Armadas Angolanas (FAA).
A notícia foi dada ontem, no final de uma visita de três dias, que o director nacional da Caixa Social das FAA, general João Luís Neto “Xiyetu”, efectuou à localidade para avaliar o grau de implementação do projecto de construção das referidas casas e do pagamento de pensões dos antigos militares.
O general, que permaneceu durante três dias na província e se reuniu com ex-militares e respectivas famílias, disse que a visita teve ainda por objectivo averiguar o processo de construção das instalações da delegação provincial do Caixa Social e da residência do delegado local da instituição.Neste momento, o Ministério da Defesa Nacional, através da Caixa de Segurança Social das FAA, controla a nível do país mais de 50 mil pensionistas, estando a assistir apenas a 23.850.
Só na província do Kuando-Kubango, a instituição tem um registo de 448, entre os quais 275 ex-militares, viúvas, pais e filhos, que já têm a sua situação regularizada, enquanto outros processos estão em curso, salientou.
 Esta situação será ultrapassada nos próximos dias, tendo em conta que está em curso o registo de todos os pensionistas que actualmente não recebem as suas pensões.
O general Xiyetu salientou que deu orientações a todos os delegados provinciais da instituição, para trabalharem em estreita colaboração com os governos locais, para que estes concedam terrenos para a edificação de casas para os ex-militares e para desenvolver a actividade agrícola, entre outros projectos e acções que visam o combate à fome e à pobreza.

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