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Aberto aterro sanitário

O primeiro aterro sanitário comunitário, de um total de 60 a serem construídos a nível do município do Cazengo, ficou, na sexta-feira, à disposição dos habitantes do bairro Sassa II, em Ndalatando.

Focos de lixo tendem a diminuir na região
Fotografia: Jornal de Angola

O primeiro aterro sanitário comunitário, de um total de 60 a serem construídos a nível do município do Cazengo, ficou, na sexta-feira, à disposição dos habitantes do bairro Sassa II, em Ndalatando.
A abertura do aterro faz parte de um programa de promoção da saúde comunitária, que está a ser incrementado pela empresa Soluções em Saúde SHS, em parceria com a direcção provincial do sector.
Apesar da construção ficar situada a uma 100 metros da zona habitada, a coordenadora do projecto, Melissa Mota, garantiu terem sido observados todos os cuidados inerentes ao meio ambiente, evitando assim a proliferação de determinados vectores que afectam a saúde pública.
O objectivo, segundo explicou, é contribuir para pôr fim aos focos de lixo e à proliferação de doenças.
Melissa Mota salientou que, no âmbito desta iniciativa, existem ainda outras acções destinadas a melhorar o saneamento básico no município de Cazengo. Em função disso, há um ano que está a ser feito um trabalho de esclarecimento e sensibilização da população relativamente ao tratamento adequado a dar aos resíduos sólidos.
A apresentação aos beneficiários do referido entulho marca o início da construção, até Dezembro, de 60 aterros sanitários comunitários em 13 bairros da cidade de Ndalatando. A concepção do  projecto, que conta ainda com a parceria da administração municipal do Cazengo, tem em vista a preservação do ambiente, uma vez que as infra-estruturas são construídas em espaços completamente impermeabilizados, com sistema de drenagem dos líquidos produzidos pela decomposição dos resíduos.
O programa é assegurado por 56 agentes comunitários e vai ser extensivo, gradualmente, aos restantes nove municípios da província do Kwanza-Norte.

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