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Aeródromo regista pouco tráfego

Kátia Ramos | Ndalatando

O aeroporto Comandante Ngueto, a sete quilómetros do centro de Ndalatando, regista “muito pouco tráfego” com uma média de quatro voos  comerciais por mês”, afirmou ao Jornal de Angola o director da ENANA no Kwanza-Norte.

Aeroporto foi reabilitado para facilitar a ligação da província ao resto do país mas continua a servir praticamente aviões que prestam serviços a bancos e centros comerciais
Fotografia: Jornal de Angola

Garcia Landa disse que o aeroporto somente recebe aparelhos que prestam serviços aos bancos e supermercados e assistência ao hospital provincial.O aeroporto do Kwanza-Norte, recordou, foi construído entre montanhas, o que dificulta a navegação aérea devido às condições climáticas. A falta de energia eléctrica e de água no aeroporto, referiu, também impede que mais pessoas se desloquem de avião à província.
Garcia Landa declarou que enquanto não for resolvido o problema da electricidade e da água canalizada o problema se mantém e que somente depois disso a província pode atrair a atenção de empresários e de turistas e registar desenvolvimento em várias áreas.
O aeroporto, disse, foi reabilitado para facilitar a ligação da província ao resto do país, mas continua a servir praticamente para aviões que prestam serviços a bancos e centros comerciais ou para transportar doentes.
O aeroporto, com uma pista com cerca de dois mil metros de cumprimento e 30 de largura, pode receber aviões com capacidade para transportar mais de 50 pessoas e receber cem passageiros por hora.
Dispõe de sistemas modernos de comunicação e de uma central eléctrica capaz de servir todo o aeroporto, mas mantém-se inactivo por ainda não ter foi instalada electricidade na zona. O edifício do aeroporto comandante Ngueto, no Kwanza-Norte, de dois pisos, tem áreas de escritórios, zona Vip, 11 casas de banho, salas para a Polícia Fiscal e de espera, torre de controlo com 25 metros de altura, local de perdidos e achados, um posto de bombeiros e um parque de estacionamento automóvel com 50 lugares.
A atribuição do nome do aeroporto do Kwanza-Norteé uma homenagem à memória de José Batista Cordeiro, general das Forças Armadas angolanas e filho da terra,  tombado em 2002 em defesa da integridade nacional.

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