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Aumenta a morte de crianças em Ndalatando

Manuel Fontoura | Ndalatando

O Hospital Central de Ndalatando registou, durante os primeiros seis meses do ano, 56 casos de mortalidade infantil, a maior parte por negligência dos pais que se atrasam em levar os filhos às unidades de saúde, disse ao Jornal de Angola o director de enfermagem da instituição.

O Hospital Central de Ndalatando registou, durante os primeiros seis meses do ano, 56 casos de mortalidade infantil, a maior parte por negligência dos pais que se atrasam em levar os filhos às unidades de saúde, disse ao Jornal de Angola o director de enfermagem da instituição.
Lenvo Sebastião esclareceu que comparativamente a igual período do ano passado, houve um aumento de cinco casos, sendo as crianças até um ano, as principais vítimas. O paludismo, diarreias, doenças respiratórias e queimaduras são as principais causas da mortalidade.
Os pais levam os seus filhos doentes muito tarde às unidades hospitalares e esse atraso tem originado o aumento das mortes de crianças na província.
“Muitos pais, antes de vir para o hospital, recorrem aos tratamentos caseiros. Mais tarde aparecem nos centros médicos mas em muitos casos já nada se pode fazer”, lamentou.
Considera estranho o comportamento dos pais que ainda duvidam dos avanços e eficácia da medicina: “para podermos salvar vidas é necessário que os pacientes cheguem ao hospital logo que comecem a sentir os primeiros sintomas de qualquer doença”.
 
Golungo Alto
 
A maternidade do Golungo Alto registou, nos primeiros seis meses deste ano, mais de mil casos de malária em mulheres grávidas, 267 partos e não se registou nenhum óbito.

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