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Autoridade do Quiculungo investe em projectos sociais

Kátia Ramos | Quiculungo

A administração municipal do Quiculungo, no Kwanza-Norte, investiu, durante o primeiro semestre deste ano, um total de 217 milhões de kwanzas na execução de projectos socais, com prioridade para os sectores da saúde, educação e agricultura.

A administração municipal do Quiculungo, no Kwanza-Norte, investiu, durante o primeiro semestre deste ano, um total de 217 milhões de kwanzas na execução de projectos socais, com prioridade para os sectores da saúde, educação e agricultura.
De acordo com o administrador local, João Gaspar Quintas, entre os projectos em execução constam a reabilitação do hospital municipal de carácter regional, que vai posteriormente contar com outros serviços, como um centro de hemoterapia, cuidados intensivos e uma sala de pequenas cirurgias.
O fim das obras está previsto para Novembro próximo e vai permitir a assistência médica às populações da Banga, Bolongongo e Samba-Caju.
Segundo o responsável, a expansão dos serviços sanitários já se faz sentir em todos os postos de saúde, existindo três médicos, dos quais dois vietnamitas e um angolano, coadjuvados por 15 enfermeiros, para 12.108 habitantes, espalhados por 29 aldeias.
João Gaspar Quintas destacou a existência de escolas construídas com material precário, situação que, na sua opinião, obriga a aplicação de políticas que visem a construção de outras de carácter definitivo, para garantir melhor estabilidade e coesão do ensino.
“Pensamos reduzir o número de escolas precárias a nível do município. Tenho a certeza que, aos poucos, podemos atingir este objectivo, para o bem das crianças e jovens”, disse.
Relativamente ao sector agrícola, sublinhou que, para a próxima época, já estão preparados 200 hectares de forma mecanizada, que serão distribuídos a sete cooperativas inscritas e com um total de 400 membros, que prevêem cultivar mandioca, banana, amendoim, feijão, batata doce e rena, tidos como os tradicionais da região.
A água potável é consumida na maior parte dos sectores do município, com excepção das aldeias de Sambi Kiama e Kandunda.
Gaspar João Quintas revelou, por outro lado, que a maior parte das aldeias locais estão ligadas por terra, através de vias de acesso terraplanadas. “Vamos continuar a trabalhar arduamente para que a circulação de pessoas e bem se faça sem sobressalto”, disse.

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