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Casos de malária estão a aumentar

Manuel Fontoura | Ndalatando

O número de casos de malária a nível da província do Cuanza Norte aumentou consideravelmente, desde Janeiro, devido à fraca intensificação das acções que visam a prevenção da doença na região, entre as quais a sensibilização da população e luta anti-larval, anteriormente implementadas pelo Programa Nacional de Controlo da Malária, com assessoria cubana.

A falta de mosquiteiros tratados com insecticida de longa duração está também entre as causas do aumento de casos de malária na região, segundo o departamento provincial do programa de controlo da malária.
De acordo com o supervisor provincial do programa de controlo da malária, Gonçalo João Tandala, durante o primeiro trimestre do corrente ano foram notificados 134.822 casos confirmados laboratorialmente e 371 óbitos institucionais. />A província é subdividida em dois estratos epidemiológicos, dada a sua situação ecológica, sendo a primeira considerada hiper-endémica estável, que corresponde aos municípios de Cazengo, Cambambe, Lucala, Golungo-Alto, Lucala e Ambaca, onde se regista o maior número de casos. A segunda região, denominada meso-endémica estável, alberga os municípios de Ngonguembo, Banga, Kikulungo e Samba-Cajú.

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