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Centros de formação profissional preparam os jovens para o trabalho

André Brandão | Ndalatando

Um grupo de 271 jovens concluiu, na quarta-feira, em Ndalatando, cursos de formação profissional de refrigeração, corte e costura, carpintaria, electricidade de baixa tensão, serralharia, informática, alvenaria, canalização e decoração.

Província conta com mais mestres de artes e ofícios e de prestação de serviços
Fotografia: Jornal de Angola

Um grupo de 271 jovens concluiu, na quarta-feira, em Ndalatando, cursos de formação profissional de refrigeração, corte e costura, carpintaria, electricidade de baixa tensão, serralharia, informática, alvenaria, canalização e decoração.
Os cursos, com a duração de nove meses, decorreram no centro profissional itinerante de decoração de Ndalatando e no pavilhão de arte e ofícios de Cazengo, agregados ao Instituto Nacional de Emprego e Formação Profissional (INEFOP), no âmbito do programa de combate ao desemprego.
O vice-governador do Kwanza-Norte para a esfera económica, em representação do governador provincial, disse que a preparação de jovens para o mercado de trabalho já é uma rotina e elogiou os centros de formação profissional.
O mercado de trabalho angolano, afirmou Manuel da Silva, é cada vez mais exigente, pois o país está apostado no crescimento e no desenvolvimento socioeconómico, batalha que diz respeito a todos.
O director provincial da Administração Pública, Emprego e Segurança Social referiu que os jovens que concluíram a formação estão em condições de criar associações de arte e de ofícios e pequenos negócios.
A formação, declarou Manuel Fula, é sempre uma oportunidade para acumular conhecimentos, que hoje se reconhece não terem limites.
Os centros de formação, disse, estão a dotar os jovens de técnicas que contribuem para a reconstrução nacional e para redução da delinquência juvenil. Uma das formandas, Elizabete Cadete, em nome dela e dos colegas, disse que os cursos de formação que terminaram abriram um novo ciclo nas suas vidas e garantiu serem capazes de exercerem as actividades para que foram preparados.  
O curso que terminou em Junho permitiu a criação de 40 micro empresas, 15 delas no Cazengo, 12 no Dondo, sete em Ambaca, três em Samba Cajú, duas no Golungo Alto e uma no Qiculungo.  Estas empresas criaram 54 postos de trabalho no Cazengo, 39 no Dondo, 20 em Ambaca, 12 em Samba Cajú e quatro no Golungo Alto e mo Qiculungo.

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