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Cidadãos vão a Ndalatando para tratarem do documento

Kátia Ramos | Ndalatando

A falta de meios técnicos e de transporte nas repartições municipais de identificação civil, na província do Kwanza-Norte, tem provocado atraso na entrega de bilhetes de identidade e obriga os cidadãos a deslocarem-se a Ndalatando para o efeito.

A conservatória do registo civil registou centenas de pedidos de B.I. durante o ano em curso
Fotografia: Nilo Mateus | Ndalatando

A falta de meios técnicos e de transporte nas repartições municipais de identificação civil, na província do Kwanza-Norte, tem provocado atraso na entrega de bilhetes de identidade e obriga os cidadãos a deslocarem-se a Ndalatando para o efeito.
O chefe de secção, João Caxinga Mateus da Silva, disse que, nesta altura, o processo dura cerca de 24 horas, contrariando a ideia de que o documento deveria ser tratado em um minuto.
O responsável salientou que, durante o primeiro semestre do ano em curso, foram emitidos 200 bilhetes, num total de 7.863 pedidos efectuados. Para além disso, foram solicitados 6.196 registos criminais e aplicadas 26 multas. A direcção provincial de Identificação Civil arrecadou 400.075.000 kwanzas, revelou João Caxinga Mateus da Silva.
A conservatória do registo civil do Kwanza-Norte registou, desde Janeiro, um total de 513 assentos de nascimento e realizou 23 casamentos em todos os municípios. 
O primeiro ajudante da referida conservatória, Afonso Canhenga, salientou que a instituição despachou ainda de 3.531 fotocópias integrais, 2.733 certidões diversas, 598 reconstituições de assentos de nascimento, 140 declarações tardias de nascimento e 107 transcrições de assento de nascimento.
O conservador frisou igualmente que, durante o período em referência, este organismo emitiu mais de mil cédulas nas maternidades da província, 84 assentos de óbitos, 23 casamentos, enquanto outros 25 processos para este tipo de cerimónia estão em curso.
A direcção provincial da Justiça tem sensibilizado os cidadãos no sentido de realizarem o casamento também pela conservatória, por ter valor legal perante o Estado, segundo  Afonso Canhenga.
A conservatória do registo civil do Kwanza-Norte arrecadou este ano receitas estimadas em 21.792.326 kwanzas, revelou Afonso Canhenga.

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