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Cuanza-Norte necessita de médicos e de fármacos

Os hospitais materno-infantis, provincial e municipal do Cazengo, assim como o Centro de Saúde do Bairro Sassa debatem-se com a falta de medicamentos e técnicos especializados, disse, ontem, a vice-governadora para o sector político, social e económico do Cuanza- Norte.

Medicamentos essenciais faltam em vários hospitais
Fotografia: Arimateia Baptista | Edições Novembro

Leonor Lima e Cruz está a radiografar o sector da Saúde, para se inteirar do seu  funcionamento e das principais dificuldades. Nas unidades sanitárias, a governante, acompanhada do director cessante do Gabinete Provincial da Saúde, Mbiavanga Pedro Alves, visitou as diversas secções que integram as  instituições.
No final da visita, Leonor Lima e Cruz manifestou-se preocupada com as dificuldades constatadas no sector, mormente a falta de medicamentos.  “Constatámos que os hospitais provinciais e municipais, bem como o Centro de Saúde do bairro Sassa se debatem  com a falta de medicamentos, situação que nos deixa preocupados”, disse a governante à imprensa.
Leonor Lima e Cruz reconheceu que, apesar das dificuldades, as unidades sanitárias visitadas funcionam com regularidade e prestam satisfatoriamente o atendimento médico aos pacientes que acorrem nelas todos os dias.
Outra questão exposta à a Leonor Lima e Cruz foi  a paralisação, desde 2014, das obras de ampliação do Hospital Provincial, uma situação que tem igualmente criado constrangimentos ao funcionamento do sector, tendo em conta a crescente procura pelos serviços médicos.
Leonor Lima e Cruz preconizou a construção de um hospital regional em Ndalatando, tendo em conta que a cidade está situada no eixo entre as províncias de Luanda, Malanje, Lundas-Sul e Norte e Uíge.  Apelou ao Ministério da Saúde, para contemplar a província com uma unidade sanitária à dimensão de um hospital regional.
A falta de técnicos e de especialistas foram outras preocupações apresentadas.

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