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Debatida valorização das ciências agrárias

Os participantes nas terceiras jornadas técnico-científicas do Instituto Médio Agrário de Ndalatando, no Cuanza Norte, recomendaram uma maior investigação científica, com vista a dinamizar as ciências agrárias.

Uma das principais vias da cidade de Ndalatando que reuniu estudantes do instituto Médio
Fotografia: Paulo Mulaza

De acordo com o comunicado final divulgado no termo do encontro, os participantes consideraram a investigação científica como um instrumento de capital importância na construção de políticas de desenvolvimento e sustentabilidade do país.
Para tal, realçaram a importância da melhoria do ensino e a­prendizagem em diversos ramos, e o aprofundamento de debates académicos, para contribuírem com o saber científico para a construção de uma sociedade cada vez melhor.
As jornadas científicas concluíram ser importante a realização contínua de  acções deste género, de modo a  proporcionar à comunidade estudantil a oportunidade de intervir na produção de saberes que resolvam os problemas das populações.
O encontro, que decorreu sob o lema “Investigar para melhor produzir”,  debateu dez temas, entre os quais “O curso de Agronomia na perspectiva estudantil”, “A inseminação artificial na perspectiva do aumento da produção animal” e “A experiência da exploração pecuária do IMA  do Waco Cungo” e “Saídas profissionais do curso de recursos florestais”. O encontro pretendeu estimular a criação de espaços de estudo e debates entre professores e alunos sobre diversas problemáticas que afectam a sociedade, e incentivar a investigação científica, para ampliar os conhecimentos e a produção de saberes.
O fórum teve a participação de alunos e professore do IMA, e de convidados de instituições congéneres de Malanje e da Cela, no Cuanza Sul.
As segundas Jornadas Técnico Científicas do IMA do Cuanza Norte realizaram-se em Julho de 2013, sob o lema “Modelar a formação”. O IMA do Cuanza Norte foi criado em 2008 e ministra cursos de Produção Vegetal, Pro­dução Animal, Recursos Florestais e Mecanização Agrícola.
Dispõe de 17 salas de aulas, com capacidade para albergar 36 alunos cada, uma sala de desenho técnico, campo polidesportivo, sete laboratórios, biblioteca, ginásio, campo de pesquisa, 15 residências para docentes, um internato, entre outros espaços.
A instituição, que já formou mais de 200 técnicos médios a­grários, tem 430 alunos matriculados neste ano lectivo.

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