Províncias

Energia eléctrica e água chegam a mais localidades

Kátia Ramos | Ndalatando

Os habitantes do sector da Quirima do Hola, a 12 quilómetros de Ndalatando, vão passar a dispor, pela primeira vez na história da comunidade, de um sistema de fornecimento e abastecimento de água potável, inaugurado pelo vice-governador para o sector Político e Social, José Alberto Kipungo.

Governo dá dignidade às populações do Quirima
Fotografia: Jornal de Angola|

Os habitantes do sector da Quirima do Hola, a 12 quilómetros de Ndalatando, vão passar a dispor, pela primeira vez na história da comunidade, de um sistema de fornecimento e abastecimento de água potável, inaugurado pelo vice-governador para o sector Político e Social, José Alberto Kipungo.
O sistema, que foi construído no âmbito do Programa de Desenvolvimento Rural e Combate à Pobreza, conta com um centro de captação de água e um tanque depósito com capacidade de 61 metros cúbicos.
José Alberto Kipungo inaugurou igualmente o sistema público de energia na localidade de Catari, a 14 quilómetros do Zavula, comuna da Canhoca. O fornecimento de energia eléctrica provém de um grupo gerador de 45 KVA e vai beneficiar cerca de 900 habitantes.
O vice-governador pediu maior colaboração da população, no sentido de conservarem os bens postos à sua disposição e acrescentou que o sistema de distribuição pode abastecer todas as famílias residentes na região, desde que seja bem cuidado.O soba da Quirima do Hola, Manuel Domingos, agradeceu os esforços empreendidos pelo Executivo para o desenvolvimento do sector e pediu ao Governo que construa posto de saúde, para atenuar o sofrimento da população, que é obrigada a percorrer cerca de 20 quilómetros até à vila do Lucala, ou até mesmo Ndalatando, para receber assistência médica e medicamentosa.
O professor Francisco Tomás, que lecciona o ensino primário na localidade de Catari há mais de cinco anos, disse que, por falta de condições na região, o ensino é deficiente e os alunos só estudam até à 3ª classe. “A falta de escola faz com que as crianças que frequentam a 4ª classe recorram ao sector de Zavula, que fica a dois quilómetros, para assistirem a aulas.”

Tempo

Multimédia