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Escola de ensino especial forma primeiros técnicos

A escola do ensino especial em Ndalatando forma este ano os primeiros 38 técnicos médios na especialidade de ciências humanas, anunciou o director da instituição.

O ensino especial no Cuanza Norte funciona em Cazengo e em Samba Caju
Fotografia: Benjamim Cândido

Diogo António Evangelista referiu que os finalistas, portadores de deficiências auditivas, visuais, motoras e transtornos combinados, beneficiaram da formação média geral e encerram um percurso académico de dez anos, isto é, do ensino primário à 12ª classe.
Entre os formandos estão cinco deficientes auditivos e dois visuais, enquanto os restantes são portadores de transtornos combinados.
O estabelecimento de ensino destinado à formação de pessoas com necessidades educativas especiais, o único do género na província, arrancou em 2006, com 125 alunos matriculados, muitos dos quais desistiram por motivos desconhecidos, segundo Diogo António Evangelista.
A instituição possui sete salas de aulas, que funcionam em três turnos, e um corpo docente constituído por 33 professores, estando a ministrar as disciplinas do currículo do ensino geral, como Matemática, Língua Portuguesa, Educação Manual, Laboral e Plástica, Estudo do Meio, Biologia, Química e Inglês.
Neste ano lectivo, a instituição tem matriculados 560 alunos, da iniciação à 12ª classe.
O subsistema de ensino especial no Cuanza Norte funciona desde 2006 nos municípios de Cazengo (sede da província) e Samba Caju, onde, neste último, os alunos com necessidades educativas especiais são integrados em salas de aulas com alunos normais em diferentes escolas do ensino geral.

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