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Escola Eiffel forma quadros

André Brandão | Ndalatando

A Escola Eiffel na província do Kwanza-Norte entregou em Ndalatando, pela segunda vez, diplomas a 48 finalistas do curso de Ciências Físicas e Biológicas. Foram garantidas bolsas de estudo externas e internas aos melhores alunos.

Foram disponibilizadas na província bolsas de estudo internas e externas aos finalistas
Fotografia: Jornal de Angola

A Escola Eiffel na província do Kwanza-Norte entregou em Ndalatando, pela segunda vez, diplomas a 48 finalistas do curso de Ciências Físicas e Biológicas. Foram garantidas bolsas de estudo externas e internas aos melhores alunos.
O director da escola Eiffel, Cristian Guy Gboy, explicou que muitos alunos vão participar nos concursos para a obtenção de emprego em empresas como a Total, Sonangol e Odebrecht, enquanto outros podem candidatar-se a bolsas de estudo patrocinadas pela petrolífera francesa. Acrescentou que todos os esforços estão a ser desenvolvidos para que, no futuro, a Escola Eiffel continue a ser um orgulho para a província do Kwanza-Norte.
Velinho Barros, director da Educação no Kwanza-Norte, sublinhou a competência e o empenho dos membros da Escola Eiffel, notando que pela segunda vez consecutiva a instituição saiu em primeiro lugar numa avaliação que envolveu alunos das províncias do Bengo, Cunene e Malange.
“A escola Eiffel na província do Kwanza-Norte está a ser uma referência na região em termos de organização administrativa e pedagógica, pelo que vamos continuar a trabalhar para que os finalistas apliquem os seus conhecimentos e brilhem nas universidades”, sublinhou Velinho Barros.
As escolas Eiffel são resultado da cooperação entre o Ministério da Educação de Angola e a Missão Laica Francesa, com o apoio da empresa petrolífera Total, que opera há muitos anos em Angola e que privilegia, também, a formação técnica e científica dos quadros nacionais.
A escola Eiffel em Ndalatando foi fundada em 2009 e nesse ano lectivo tinha 143 estudantes, distribuídos em seis salas. Com idades entre os 14 e 20 anos, os estudantes entram com a nona classe e são obrigados a aprender inglês e francês.
Assistiram à cerimónia de entrega de diplomas, a directora de relações exteriores da Total, Henda Ducados,  o assessor  de relações governamentais da empresa, encarregados de educação, membros do governo local e convidados.

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